O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca a falsa filiação de Flávio Bolsonaro ao Missão.
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quinta-feira (13) que a sua falsa filiação ao Missão foi uma armação do sistema para tentar derrubar a sua candidatura à presidência da República. O registro fraudulento foi descoberto mais cedo e teria pego o parlamentar e ambos os partidos de surpresa.
“Não vão conseguir! Mais uma vez o sistema armou para tentar me derrubar. Tenho uma má notícia para vocês que só sabem jogar sujo: não funcionou e nem vai funcionar. O Brasil vai vencer”, afirmou em uma postagem nas redes sociais.
A falsa filiação impediu que Flávio registrasse sua candidatura no sistema da Justiça Eleitoral por, supostamente, ter se desfiliado do PL e passado a integrar o partido Missão, que lançou Renan Santos à disputa presidencial.
Advogado investigado por fraude no INSS e ICMS é alvo da PF
O advogado Nelson Wilians, um dos mais famosos e conceituados do país, é o principal alvo de uma operação da Polícia Federal nesta quinta-feira (13) por suspeita de ocultação de recursos provenientes de bets ilegais em torno de R$ 1,1 bilhão. Ao todo, a Operação Arena cumpre 17 mandados de busca e apreensão nos estados de São Paulo, Paraíba, Sergipe, Rio de Janeiro e Paraná.
Além dos mandados, a Justiça determinou a quebra de sigilos bancário e telemático e o sequestro de até R$ 1,1 bilhão em bens do advogado. A investigação aponta que ele seria o operador financeiro do esquema que envolveria a plataforma Pixbet.
Divisão de investigações contra Lulinha no STF amplia brechas para defesa buscar nulidades
A multiplicação de inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF) contra Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), pode gerar um efeito paradoxal. Quanto mais frentes de investigação forem abertas, maior será a margem para a defesa alegar nulidades processuais antes mesmo do julgamento do mérito das acusações.
Lulinha passou a figurar como alvo de três inquéritos distintos na Corte. Todas as frentes apuram, entre outros pontos, a suspeita de tráfico de influência junto ao governo federal — crime que consiste em obter ou cobrar vantagens sob a alegação de capacidade de interferir em decisões de agentes públicos. A pena varia de dois a cinco anos de reclusão, além de multa.
O Gazeta Agora vai ao ar ao vivo, às 16h30, no YouTube, com apresentação de Carla Lima, comentários de Paulo Polzonoff Jr e participações de Aline Brito direto de Brasília.


