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Sem fertilizantes, sem comida: o alerta que o Brasil ignora

(Foto: Imagem produzida por Gemini IA/Gazeta do Povo)

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Em 1898, um cientista chamado Sir William Crookes, novo presidente da Academia Britânica de Ciências, declarou inequivocamente que o mundo ficaria sem comida na década de 1930. A falta de fertilizantes faria com que os rendimentos das colheitas mundiais despencassem, e a fome em massa se seguiria.

Os métodos daquela época, de produção de estrume e colheita de salitre para uso como fertilizante, acabariam sendo superados por uma população humana explosiva. Ele disse que a única maneira de evitar essa fome seria produzir fertilizantes sinteticamente.

Menos de 20 anos depois, isso se tornou realidade, graças a Fritz Haber e Carl Bosch.

Para se ter uma ideia do impacto dessa descoberta no Brasil, em 1989 o Brasil colhia 1,5 toneladas de grãos por ha, mas, em 2020, esse valor passou para quase 4 ton/ha.

Além de vários fatores, como a tecnologia, um dos componentes responsáveis por esse notável salto de produtividade foram os adubos sintéticos.

Mas, infelizmente, você deve ter lido que uma empresa no Brasil, a Mosaic, está fechando várias fábricas de fertilizantes no país, o que poderá afetar quase 20% do total que o Brasil produz.

Já produzimos muito pouco do que precisamos, e essa decisão vai afetar principalmente os superfosfatados simples (SSP).

Muitos ficaram surpresos com o fechamento das fábricas, principalmente porque somos grandes importadores de fertilizantes.

Como você sabe, o fertilizante é o ponto fraco de nosso agro, pois somos o maior importador do mundo.

Além disso, o fertilizante é o maior item da pauta de produtos que o Brasil importa. É onde nós gastamos mais dinheiro com importações.

Explicando, em uma imagem, o resultado do ativismo progressista em nosso país, que insiste em não permitir a exploração de nossas jazidas de fertilizantes. A tabela abaixo mostra que essa situação afeta menos o nosso principal concorrente, a agricultura americana.

O único produto que os EUA importam em larga escala é o potássio, mas, diferentemente do Brasil, ele provém principalmente do Canadá, seu vizinho, enquanto o Brasil depende de países distantes, como a Rússia ou a Bielorrússia.

Em 1898, um cientista chamado Sir William Crookes, novo presidente da Academia Britânica de Ciências, declarou inequivocamente que o mundo ficaria sem comida na década de 1930. A falta de fertilizantes faria com que os rendimentos das colheitas mundiais despencassem, e a fome em massa se seguiria.

Os métodos daquela época, de produção de estrume e colheita de salitre para uso como fertilizante, acabariam sendo superados por uma população humana explosiva. Ele disse que a única maneira de evitar essa fome seria produzir fertilizantes sinteticamente.

Menos de 20 anos depois, isso se tornou realidade, graças a Fritz Haber e Carl Bosch.

Para se ter uma ideia do impacto dessa descoberta no Brasil, em 1989 o Brasil colhia 1,5 toneladas de grãos por ha, mas, em 2020, esse valor passou para quase 4 ton/ha.

Além de vários fatores, como a tecnologia, um dos componentes responsáveis por esse notável salto de produtividade foram os adubos sintéticos.

Mas, infelizmente, você deve ter lido que uma empresa no Brasil, a Mosaic, está fechando várias fábricas de fertilizantes no país, o que poderá afetar quase 20% do total que o Brasil produz.

Já produzimos muito pouco do que precisamos, e essa decisão vai afetar principalmente os superfosfatados simples (SSP).

Muitos ficaram surpresos com o fechamento das fábricas, principalmente porque somos grandes importadores de fertilizantes.

Como você sabe, o fertilizante é o ponto fraco de nosso agro, pois somos o maior importador do mundo.

Além disso, o fertilizante é o maior item da pauta de produtos que o Brasil importa. É onde nós gastamos mais dinheiro com importações.

Explicando, em uma imagem, o resultado do ativismo progressista em nosso país, que insiste em não permitir a exploração de nossas jazidas de fertilizantes. A tabela abaixo mostra que essa situação afeta menos o nosso principal concorrente: a agricultura americana.

O único produto que os EUA importam em larga escala é o potássio, mas, diferentemente do Brasil, ele provém principalmente do Canadá, seu vizinho, enquanto o Brasil depende de países distantes, como a Rússia ou a Bielorrússia.

Basta ver a tabela abaixo:

Tendo isso em mente, finalizo com a seguinte pergunta:

Até quando vamos tolerar a proibição da produção de fertilizantes no Brasil, colocando em risco a segurança alimentar de milhões de brasileiros?

Afinal, sem fertilizante, sem comida no prato!

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