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Investigados por esquema de postos de combustíveis do PCC estão no Líbano

A classificação como FTO pelos EUA não representa uma intervenção militar iminente. Representa o reconhecimento internacional de uma ameaça que o Brasil já não consegue conter sozinho. (Foto: Ney Douglas/EFE/Arquivo )

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Foragidos com mandado de prisão, Mohamad Hussein Mourad, o Primo, e Roberto Augusto Leme, o Beto Louco, estariam escondidos no Líbano, protegidos por facção local. Eles foram citados em 1ª mão pela Coluna há mais de ano como controladores da Copape – com redes de postos ligados ao PCC. Mas quem está suando frio com medo de ser preso é um presidente de partido no Brasil, por ligação com a dupla.

PT em chamas

O Pará vê o PT, partido de Lula, em pé de guerra. O senador Beto Faro, que já tem o filho deputado federal, lançou a esposa para a Câmara dos Deputados. Controlador da Executiva estadual, aliados reclamam espaço e atenção para além da família.

Polícia Digital

O Núcleo de Observação e Análise Digital da Polícia Civil de São Paulo monitora mais de 1.980 alvos e, desde sua criação do NOAD em junho, funciona 24h e salvou 406 vítimas de 1.108 ataques online. É força-tarefa que atua na prevenção e investigação de crimes cometidos ou planejados no ambiente virtual. Reúne policiais civis, militares e peritos digitais que monitoram redes sociais, jogos online e fóruns.

Sua casa

O governo federal soltou licitação para construir 4.221 casas populares na Bahia e 664 em Pernambuco, através do Ministério dos Povos Indígenas e das Cidades – com pagamento pela Caixa no total de R$ 500 milhões. O projeto depende da demanda pelas unidades e do aval dos ministérios do cadastro do beneficiário.

Nosso ouro

O mercado do ouro cresceu estupendamente de meses para cá, principalmente com a derrocada da ditadura de Nicolás Maduro na Venezuela. E os bancos europeus, China e Rússia estão comprando mais o metal. Algo está acontecendo nos garimpos e nas mineradoras.

Braille no vermelho

A Abridef, associação do setor de tecnologia assistiva, afirma que o Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação ainda não quitou os serviços de impressão dos livros didáticos em braille de 2026. As ordens de execução foram assinadas e carimbadas, e a praxe de mercado é o pagamento em 30 dias. Já passam de dois meses. A associação cobra a publicação imediata do edital de 2027 para o país não repetir o ciclo.

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