Reitora do UniCuritiba Rachel Ballardin participou do painel “Por que universidades estão investindo em startups early stage” durante o eventoFormar empreendedores vai muito além de ensinar gestão ou incentivar a criação de empresas. Para o UniCuritiba, integrante da Ânima Educação, o maior investimento acontece no desenvolvimento das pessoas, preparando estudantes para transformar conhecimento em soluções inovadoras e negócios de impacto. Essa visão foi apresentada pela reitora Rachel Ballardin durante o painel “Por que universidades estão investindo em startups early stage”, realizado no Conecta Paraná, um dos principais encontros de inovação e empreendedorismo do estado, promovido pelo Sebrae/PR.“Investir em startups early stage é investir nas pessoas antes de investir nos negócios. É desenvolver competências como protagonismo, criatividade, resiliência e colaboração, essenciais para os desafios do século XXI. Mais do que uma tendência, essa é uma necessidade para formar líderes capazes de transformar a sociedade”, afirmou Rachel.
Durante o painel, a reitora apresentou iniciativas que demonstram como o UniCuritiba incentiva a inovação desde a graduação. Entre elas está o Ânima Hub, ambiente de inovação do Ecossistema Ânima que conecta estudantes, professores, pesquisadores e empresas para desenvolver soluções voltadas a desafios reais da sociedade.
“O papel da universidade é oferecer as condições para que uma boa ideia amadureça. Isso passa por mentoria, conexão com especialistas, desenvolvimento de competências, incentivo à pesquisa aplicada e apoio para que esses projetos possam chegar ao mercado”, destacou a reitora.
Por meio de laboratórios temáticos, programas de aceleração e equipes multidisciplinares, os estudantes vivenciam todas as etapas da criação de uma startup, da concepção da ideia ao desenvolvimento de soluções com potencial de chegar ao mercado. A instituição também oferece suporte para o registro de softwares e patentes, ampliando as oportunidades para que projetos acadêmicos se transformem em negócios inovadores.
Um dos exemplos apresentados foi o AgroSafe, projeto desenvolvido por estudantes e professores do Agro Lab. A iniciativa propõe um sistema de biossegurança para controlar o acesso de pessoas e veículos em unidades de criação animal, reduzindo o risco de introdução de doenças nos rebanhos.
Realizado nos dias 24 e 25 de julho, em Curitiba, o Conecta Paraná reuniu startups, investidores, executivos, pesquisadores e representantes de instituições de ensino para discutir temas como inteligência artificial, inovação aberta, internacionalização, economia criativa e captação de investimentos. O painel sobre startups em estágio inicial debateu o papel das universidades na formação de novos empreendedores e na consolidação de um ecossistema de inovação cada vez mais conectado ao mercado. (Foto: Thiago Ramos / Inove Fotografia)
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Formar empreendedores vai muito além de ensinar gestão ou incentivar a criação de empresas. Para o UniCuritiba, integrante da Ânima Educação, o maior investimento acontece no desenvolvimento das pessoas, preparando estudantes para transformar conhecimento em soluções inovadoras e negócios de impacto. Essa visão foi apresentada pela reitora Rachel Ballardin durante o painel “Por que universidades estão investindo em startups early stage”, realizado no Conecta Paraná, um dos principais encontros de inovação e empreendedorismo do estado, promovido pelo Sebrae/PR.
“Investir em startups early stage é investir nas pessoas antes de investir nos negócios. É desenvolver competências como protagonismo, criatividade, resiliência e colaboração, essenciais para os desafios do século XXI. Mais do que uma tendência, essa é uma necessidade para formar líderes capazes de transformar a sociedade”, afirmou Rachel.
Durante o painel, a reitora apresentou iniciativas que demonstram como o UniCuritiba incentiva a inovação desde a graduação. Entre elas está o Ânima Hub, ambiente de inovação do Ecossistema Ânima que conecta estudantes, professores, pesquisadores e empresas para desenvolver soluções voltadas a desafios reais da sociedade.
“O papel da universidade é oferecer as condições para que uma boa ideia amadureça. Isso passa por mentoria, conexão com especialistas, desenvolvimento de competências, incentivo à pesquisa aplicada e apoio para que esses projetos possam chegar ao mercado”, destacou a reitora.
Por meio de laboratórios temáticos, programas de aceleração e equipes multidisciplinares, os estudantes vivenciam todas as etapas da criação de uma startup, da concepção da ideia ao desenvolvimento de soluções com potencial de chegar ao mercado. A instituição também oferece suporte para o registro de softwares e patentes, ampliando as oportunidades para que projetos acadêmicos se transformem em negócios inovadores.
Um dos exemplos apresentados foi o AgroSafe, projeto desenvolvido por estudantes e professores do Agro Lab. A iniciativa propõe um sistema de biossegurança para controlar o acesso de pessoas e veículos em unidades de criação animal, reduzindo o risco de introdução de doenças nos rebanhos.
Realizado nos dias 24 e 25 de julho, em Curitiba, o Conecta Paraná reuniu startups, investidores, executivos, pesquisadores e representantes de instituições de ensino para discutir temas como inteligência artificial, inovação aberta, internacionalização, economia criativa e captação de investimentos. O painel sobre startups em estágio inicial debateu o papel das universidades na formação de novos empreendedores e na consolidação de um ecossistema de inovação cada vez mais conectado ao mercado.
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