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Moraes impõe mordaça e candidatura e Flávio é ameaçada

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, impôs uma mordaça às comunicações entre o pré-candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, e o ex-presidente Jair Bolsonaro, até depois das eleições de outubro.

Agora, pai e filho estão proibidos de se falarem por 90 dias, como punição pela divulgação da carta em que Jair Bolsonaro pediu união da direita e reafirmou apoio ao primogênito na corrida presidencial.

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta segunda-feira (13). Hoje participam do programa o professor da FGV Daniel Vargas, a advogada Fabiana Barroso e o colunista da Gazeta do Povo Luís Ernesto Lacombe.

Damares Alves sai da campanha de Flávio

O programa também vai falar a respeito do afastamento da senadora Damares Alves (Republicanos-DF) da campanha de Flávio à Presidência da República. A senadora reclamou de ter sido “atacada diretamente pelo time da direita” e afirmou que não foi procurada pelo pré-candidato desde que a crise começou a escalar.

A controversa decisão de Dino

Outro tema do programa de hoje será a decisão do ministro Flávio Dino, do STF, que determinou o bloqueio de bens de Valdemar Costa Neto (PL) e Eduardo Cunha (Republicanos), investigados no esquema de desvio de emendas parlamentares. A decisão contraria a posição da Procuradoria-Geral da República (PGR).

Perigos da PL da Misoginia

Os convidados vão falar dos problemas do projeto, conhecido como “PL da Misoginia”, que pretende incluir a discriminação ou o menosprezo contra mulheres na Lei do Racismo como crime imprescritível e inafiançável. Assim, os réus ficariam sujeitos a censura sumária de perfis de rede social, aumento de pena em caso de manifestações feitas como piada e destruição de livros ou outros materiais impressos.

O evento dos EUA contra a esquerda

Por fim, o programa vai falar a respeito do evento, organizado pelo Departamento de Estado americano, liderado por Marco Rubio, Secretário de estado dos Estados Unidos, com pelo menos 60 países, focado em lidar com o “ressurgimento do terrorismo transnacional de extrema esquerda”, segundo detalham documentos revisados pelo jornal The Washington Post.

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