O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ditador russo, Vladimir Putin, em encontro em Moscou em maio de 2025. (Foto: MAXIM SHEMETOV/EFE/EPA)
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Um atento observador notou que o presidente Lula da Silva (PT), afeito a se meter em assuntos internacionais sempre na tentativa de ser aclamado “Lula, o pacificador”, há meses não fala um “a” sobre a guerra na Ucrânia, tampouco do governo da Rússia (um dos grandes clientes das multinacionais brasileiras), tampouco sobre o governo de Benjamin Netanyahu em Israel – outro grande cliente daqui.
Lula foi muito bem orientado a segurar a língua, diante do approach que os Bolsonaro têm com Israel, por exemplo. Quando se meteu a falar, deu no que deu – críticas e mídia negativa para todo lado.
Olheiros
O clima pré-eleitoral é tão quente em Curitiba, ao contrário do tempo frio da cidade, que todo pré-candidato , menos Sergio Moro (União), quer ser o indicado do governador avaliado Ratinho Junior (PSD). O caso é tão latente que expoentes do TRE e a promotoria eleitoral passaram a fazer pente fino nas perguntas dos institutos de pesquisas.
De casa
O líder da minoria na Câmara, deputado Gustavo Gayer (PL-GO), avalia reunir assinaturas para convocar os presidentes da Caixa, Carlos Vieira, e Ricardo Pontes, da FUNCEF, respectivamente. A pauta é a nomeação de Fabiano Alves, ligado à família de Vieira, como Gerente de Investimentos da Fundação.
Explicações de Vieira
Ex-vice-presidente e conhecedor a fundo das relações militares entre as nações, o senador Hamilton Mourão (Rep-RS) ficou intrigado com a fala do chanceler Mauro Vieira sobre risco de invasão americana no Brasil, atrás de faccionados. Mourão apresentou requerimento para Vieira explicar isso pessoalmente na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional – onde o chanceler sempre evita aparecer.
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Conteúdo editado por: Jocelaine Santos
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