Além do TJ-SP, os Tribunais de Justiça de Goiás e do Rio de Janeiro já adotaram as ferramentas criadas pelo Judiciário catarinense e voltadas à automação de rotinas judiciais (Foto: DivulgaçãoTJ-SP)
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O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), considerado o maior Tribunal de Justiça do mundo, vai passar a utilizar os códigos-fonte dos robôs judiciais desenvolvidos pelo Poder Judiciário de Santa Catarina. O termo de adesão foi assinado em junho e prevê a adoção das ferramentas criadas pelo Núcleo II da Corregedoria-Geral da Justiça catarinense para automatizar rotinas judiciais em um sistema que hoje concentra cerca de 18 milhões de processos, o equivalente a aproximadamente 25% de toda a movimentação judicial do país.
As soluções, já usadas no próprio Tribunal de Justiça de Santa Catarina, são voltadas à eficiência e à padronização de procedimentos, com foco em tarefas repetitivas. Entre as funcionalidades estão a busca de endereços das partes, a identificação de óbitos de envolvidos nos processos, o arquivamento de ações e a pesquisa de ativos judiciais.
Segundo o TJ-SC, os robôs têm ajudado a racionalizar fluxos de trabalho e a aprimorar a prestação jurisdicional em 1º e 2º graus. Além de São Paulo, tribunais de Goiáse do Rio de Janeiro adotaram ferramentas desenvolvidas pelo Judiciário catarinense.
No TJ-SP, quase 40 mil servidores e 2,5 mil magistrados devem se beneficiar das rotinas automatizadas, em uma estrutura que vem expandindo o uso de robôs para execução de tarefas administrativas e de apoio à atividade jurisdicional.
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