VILLA NEWS

Eficiência operacional avança como indicador no mercado logístico-industrial

Empreendimentos logístico-industriais de alto padrão reforçam a importância da eficiência operacional, da gestão integrada e da localização estratégica no avanço do setor no Brasil. (Foto: imagem gerada Chatgpt/gazeta do povo)

Ouça este conteúdo

O mercado de condomínios logístico-industriais passa por um momento em que a eficiência operacional se tornou decisiva para a valorização dos ativos e atração de investidores e locatários. Nesse cenário, empresas que combinam gestão estruturada, padronização de processos e controle contínuo das operações tendem a apresentar maior resiliência, previsibilidade e capacidade de expansão sustentável.

É o caso da Fulwood, uma das principais empresas do setor no Brasil, que anunciou vacância zero de seu portfólio no primeiro trimestre do ano.

O resultado é fruto de uma estratégia que prevê a integração entre desenvolvimento, operação e gestão dos empreendimentos, que tem sustentado indicadores operacionais consistentes. Em 2025, a companhia encerrou com taxa média de ocupação de 99,12%, cerca de 850 mil m² sob gestão e mais de R$ 499 milhões investidos em projetos entregues ao longo do período.

Para este ano, a Fulwood mantém um pipeline robusto de entregas, com novos projetos e expansões em mercados estratégicos, reforçando sua presença nos principais corredores logísticos do país. A estratégia segue focada em ativos triple A, com alto padrão construtivo, eficiência operacional, soluções sustentáveis e localização privilegiada. Até o momento, dois empreendimentos já foram inaugurados em Minas Gerais: o Infinity Business Park, em Extrema, e o Pouso Alegre Business Mark, na cidade de Pouso Alegre, no Sul de Minas.

“A eficiência operacional está diretamente ligada à capacidade de gerar valor no longo prazo. Quando existe uma gestão estruturada, com processos padronizados e acompanhamento constante da operação, os ativos se tornam mais competitivos, mais resilientes e mais atrativos para investidores e locatários”, afirma Mariana Schilis, sócia da Fulwood.

A companhia atua desde a identificação de áreas estratégicas até a gestão contínua dos ativos, o que permite maior controle sobre padrões construtivos, operação e manutenção dos empreendimentos. Esse modelo integrado também contribui para ganhos de eficiência nas rotinas operacionais e na experiência dos ocupantes.

Ao longo de 2025, a Fulwood reforçou práticas de monitoramento e padronização em diferentes frentes operacionais. Foram realizadas mais de 16 mil manutenções nos empreendimentos, sendo 48% preventivas, 38% inspeções e 14% corretivas. As ações envolveram sistemas elétricos, hidráulicos, mecânicos, de climatização e estruturas civis, reduzindo riscos operacionais e fortalecendo a previsibilidade da operação.

Além disso, a Fulwood ampliou iniciativas voltadas à eficiência energética e hídrica nos ativos sob sua gestão. Em 2025, 100% dos empreendimentos contaram com iluminação LED nas áreas comuns e dispositivos como arejadores e temporizadores nas torneiras. Parte do portfólio também opera no Mercado Livre de Energia, permitindo maior previsibilidade contratual e gestão estratégica do consumo energético.

“A padronização operacional permite acompanhar indicadores de forma mais precisa, identificar oportunidades de melhoria e garantir maior consistência na gestão dos ativos. Isso impacta diretamente na eficiência do portfólio e a percepção de valor do empreendimento no mercado”, explica Mariana.

Outro fator relevante é a relação entre eficiência operacional e sustentabilidade financeira dos empreendimentos. Ativos com gestão eficiente tendem a reduzir desperdícios, otimizar custos operacionais e preservar melhor sua qualidade ao longo do tempo, fatores que influenciam tanto a retenção de locatários quanto a atratividade para investidores institucionais.

A Fulwood também avançou na consolidação de práticas de governança e gestão de riscos, fortalecendo a integração dos temas ESG às rotinas operacionais e aos processos de tomada de decisão. O movimento acompanha uma demanda crescente do mercado por ativos mais eficientes, transparentes e alinhados a padrões internacionais de gestão e sustentabilidade.

“O investidor hoje olha para além da localização e do padrão construtivo. A qualidade da operação, a governança e a capacidade de gestão do ativo passaram a ter um peso cada vez maior na análise de valor e de risco”, completa Mariana.

Com mais de 20 empreendimentos distribuídos em estados estratégicos, como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Santa Catarina, a Fulwood projeta expandir sua área bruta locável em mais de 150 mil m² em 2026. A companhia avalia que o crescimento sustentável do setor estará cada vez mais associado à capacidade de operar ativos de forma eficiente, segura e alinhada às novas exigências do mercado.

“A tendência é que o setor continue evoluindo em direção a operações mais inteligentes, integradas e orientadas por dados. Eficiência operacional não é mais apenas uma questão de redução de custos, mas um elemento central para sustentar crescimento, competitividade e geração de valor no longo prazo”, conclui a executiva.

Encontrou algo errado na matéria?

Comunique erros

Use este espaço apenas para a comunicação de erros

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *