O presidente nacional do PT, Edinho Silva, revelou que o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) desistiu de ser o candidato da esquerda ao governo do estado de Minas Gerais. De acordo com Edinho, o campo político reabriu o diálogo com lideranças em busca de um novo nome.
“Em Minas, nós estávamos trabalhando com a candidatura do Rodrigo Pacheco. Infelizmente ele optou por não ser candidato. Reabrimos o diálogo em Minas, estamos conversando com várias lideranças em Minas e tenho certeza que vamos construir uma candidatura e um palanque forte para o presidente em Minas”, afirmou, em entrevista ao podcast Warren Política concedida nesta terça-feira (19).
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Com a saída, a esquerda passa a contar com nomes mais distantes do centro, como a professora Maria da Consolação (PSOL), o ativista Rafael Duda (PSTU) e o professor Túlio Lopes (PCB). O PDT, porém, acredita ser o maior beneficiado da ausência. À Folha de São Paulo, o presidente do partido, Carlos Lupi, revelou que “o Kalil vinha sendo tratado como estepe do Pacheco pelos aliados do presidente Lula, e isso o irritava muito”.
Ao Senado, a esquerda conta com nomes como a ex-deputada estadual Marília Campos (PT), a cientista política Áurea Carolina (PSOL) e a professora Vanessa Portugal (PSTU). O PT ainda não decidiu quem irá apoiar como segundo voto.
Do lado oposto, o PL pretende apoiar a candidatura do senador Cleitinho (Republicanos-MG) ao Palácio da Liberdade. Para o Senado, a legenda apostará no deputado federal Domingos Sávio (PL-MG) e dialoga para encontrar um segundo nome. Segundo maior colégio eleitoral do país, Minas Gerais é considerado um estado decisivo, uma vez que o mais votado nas eleições presidenciais no estado costuma vencer.


