A equipe reúne nomes com experiência nas áreas de economia, infraestrutura, energia e políticas para mulheres. (Foto: Beto Barata/ PL Nacional)
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O candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) anunciou nesta terça-feira (18) cinco especialistas que vão contribuir para o detalhamento de propostas do programa de governo para as eleições de 2026.
A equipe reúne nomes com experiência nas áreas de economia, infraestrutura, energia e políticas para mulheres.
Entre os escolhidos estão Lyvia Montezano, Carolina Ragazzi, Adolfo Sachsida, Adriano Pires e Alexandre Chequer.
A campanha afirma que os especialistas vão ajudar a transformar as diretrizes apresentadas no plano de governo em propostas mais detalhadas.
Lyvia Montezano ficará responsável pelo projeto “Brasil por Elas”, voltado a políticas para mulheres. Ela tem experiência em iniciativas como os institutos Liberta e Gerando Falcões.
Carolina Ragazzi, ex-vice-presidente do Goldman Sachs, também integrará a equipe. Ela tem experiência em mercado financeiro, captação de recursos, reestruturações, IPOs, fusões e aquisições.
Na área econômica, Adolfo Sachsida, ex-ministro de Minas e Energia do governo Jair Bolsonaro, contribuirá com a coordenção do plano.
O economista Adriano Pires, fundador do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE), e o advogado Alexandre Chequer atuarão na elaboração das propostas para infraestrutura e energia, respectivamente.
Chequer tem experiência no Ministério de Minas e Energia e no BNDES e participou da elaboração da Lei do Petróleo e de processos de capitalização da Eletrobras e da Copel.
Plano de governo
A campanha de Flávio apresentou na semana passada o programa “Plano para o Brasil Vencer o Atraso”.
O documento prevê mudanças em áreas como economia, segurança, educação, saúde e infraestrutura e retoma propostas associadas ao governo de Jair Bolsonaro.
Na economia, o programa propõe mudanças no atual modelo de controle das contas públicas, redução de ministérios e revisão de despesas. Também defende privatizações e alterações na política tributária.
Na segurança pública, o plano prevê medidas como a construção de presídios federais e o endurecimento das penas para crimes graves.
Na educação, entre as propostas estão o uso prioritário do método fônico na alfabetização, a expansão das escolas cívico-militares e um programa de reforço escolar com participação de alunos.
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