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Justiça inglesa diz “não” a Toffoli e nega liberação de propina

O juiz Mark Weekes, do Tribunal da Coroa de Southwark (Londres), determinou que autoridades britânicas podem continuar usando provas da Operação Lava Jato compartilhadas com o Escritório de Fraudes Sérias (SFO, na sigla em inglês), agência de combate à corrupção do Reino Unido. Isto apesar do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, ter tomado uma decisão contra esse compartilhamento.

Se dependesse de Toffoli, o dinheiro desviado no “Petrolão” estaria voltando para o bolso de envolvidos. A Justiça britânica barrou o desfecho, e não sem antes deixar registrada sua estranheza com a manobra do ministro do STF.

Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta terça-feira (18). Hoje participam do programa o jurista Frederico Junkert, a advogada Anne Dias.

Fachin critica “populismo”

O programa vai falar a respeito da declaração do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Edson Fachin, segundo a qual candidatos que concorrem à eleição praticam “populismo” ao criticarem a Corte durante a campanha. Para ele, ataques ao Judiciário não podem ser transformados em estratégia política.

Flávio acusa Judiciário

Outro tema do programa de hoje será a fala do senador e candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que disse, nesta terça-feira (18/8), que autoridades do Poder Judiciário teriam atuado para impedir que partidos do Centrão apoiassem sua candidatura.

A controversa biografia de Lulinha

Os convidados vão analisar o enigmático histórico do filho do presidente Lula (PT), o “Lulinha”. Em 2002, um ano antes de o pai tomar posse como presidente da República, Fábio Luís Lula da Silva ganhava R$ 600 por mês como monitor no Zoológico de São Paulo

Petróleo como pauta eleitoral

Ainda, o programa vai debater a respeito da nova investida do presidente Lula contra o petróleo, com vistas à reeleição. O petista afirmou nesta segunda-feira (17) que o país não deixará ninguém “meter o dedo” no petróleo da Margem Equatorial, criticou a Operação Lava Jato e citou o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

Moraes na mira?

Por fim, o programa vai analisar os possíveis avanços dos EUA contra o ministro do STF Alexandre de Moraes. A Secretaria-Adjunta para Assuntos do Hemisfério Ocidental do Departamento de Estado americano, pasta chefiada por Marco Rubio, tem um novo ocupante: o empresário de ascendência argentina Juan Pablo Segura, que é um crítico do magistrado.

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