O ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, criticou nesta quarta-feira (12) o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), e afirmou que a gestão estadual é “fraca” e não apresenta resultados.
Em entrevista ao Poder360, Marinho também afirmou que a gestão paulista prioriza a propaganda e a proteção da elite do estado.
“O governo Tarcísio é fraco, sem entregas. É o governo da propaganda, da proteção da elite paulista. Isso tudo pode ruir”, disse Marinho.
Tarcísio disputa a reeleição ao governo de São Paulo, enquanto o PT lançou o ex-ministro da Fazenda Fernando Haddad para enfrentar o atual governador.
Marinho defendeu a candidatura petista e afirmou que Haddad tem condições de vencer a eleição.
“Eleição se ganha e se perde quando você disputa. O Haddad tem toda condição de ganhar. As pesquisas são uma fotografia do momento. O que interessa é o dia da eleição”, disse o ministro.
PT pretende explorar áreas como segurança e saúde
Marinho afirmou que a campanha de Haddad pretende destacar investimentos do governo federal em São Paulo e explorar problemas que, segundo ele, existem na administração Tarcísio.
Entre as áreas citadas pelo ministro estão segurança pública, saúde e educação.
A estratégia busca contrapor a gestão estadual à atuação do governo Lula e apresentar Haddad como alternativa ao atual governador durante a campanha eleitoral.
Tarcísio lidera pesquisas
Apesar das críticas de Marinho, Tarcísio aparece à frente de Haddad nas pesquisas eleitorais.
Um levantamento Genial/Quaest divulgado em 29 de julho apontou 41% das intenções de voto para o governador, contra 26% para o pré-candidato petista.
O percentual de Tarcísio supera a soma dos demais candidatos, o que indicaria uma vitória no primeiro turno se a eleição ocorresse naquele momento.
A diferença entre os dois candidatos é um dos principais desafios da campanha de Haddad.
Metodologia da pesquisa citada: 1.650 entrevistados pela Genial/Quaest de 23 a 27 de julho de 2026. A pesquisa pelo Banco Genial S.A. Nível de confiança: 95%. Margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE sob o nº SP-04846/2026.
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