O Gazeta Agora, jornal ao vivo da Gazeta do Povo, destaca a perda de cargo do ministro Marco Buzzi, do STJ, por acusações de assédio sexual.
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu nesta quinta-feira (6), por unanimidade, punir o ministro Marco Buzzi com a perda do cargo. O magistrado é acusado de importunar sexualmente duas mulheres, acusações que ele sempre negou. Ainda cabe recurso da decisão.
A análise aconteceu em uma sessão fechada na sede da Corte. Três magistrados votaram por aceitar as acusações, mas divergiram sobre a punição aplicada, defendendo a aplicação de aposentadoria compulsória (com vencimentos integrais). Esta punição foi abolida neste ano por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
Dinheiro dos aposentados bancou mansão e fazendas ligadas a vice-líder de Lula
As investigações da Polícia Federal sobre o senador Weverton Rocha (PDT-MA), investigado no esquema de desvio de aposentadorias do INSS, descrevem uma suposta estrutura de lavagem de dinheiro que envolve empresas, postos de combustíveis, imóveis, propriedades rurais, contas de familiares e até aeronaves privadas usadas para ocultar patrimônio e movimentar recursos.
Na última terça (4), familiares e supostos sócios de Weverton, que é vice-líder do governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foram alvo de buscas e apreensões determinadas pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF). A investigação teve origem na análise de celular atribuído ao senador, cujos dados foram confrontados com elementos obtidos na Operação Sem Desconto.
Quem é o escolhido para vice de Flávio que investigou Lulinha
Alfredo Gaspara vice na chapa presidencial de Flávio Bolsonaro (PL), chega à disputa pelo Palácio do Planalto em seu primeiro mandato como deputado federal. Antes de entrar na política, ele construiu uma carreira de mais de duas décadas no Ministério Público e ganhou projeção nacional como relator da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS.
A escolha surpreendeu até quem acompanhava as articulações do PL para a composição da chapa. Gaspar não figurava entre os principais nomes cotados para a vaga, que nas últimas semanas esteve concentrada principalmente em possibilidades de políticas mulheres e representantes de outros partidos.
Sem conseguir fechar essas alianças, Flávio optou por uma chapa puro-sangue e buscou dentro da própria legenda um parlamentar identificado com pautas de segurança pública e combate à corrupção. Ao anunciar a escolha, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) destacou justamente esse histórico e a atuação recente do deputado na CPMI.
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