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Alfredo Gaspar defende trajetória de combate ao crime e à corrupção

Após ser anunciado como candidato a vice-presidente na chapa do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) reforçou, nas redes sociais, a trajetória construída em áreas ligadas ao combate ao crime organizado, à corrupção e à defesa dos aposentados.

Em publicações feitas após a confirmação do convite, o deputado afirmou que assume uma nova missão política com foco nos valores que defende ao longo da carreira.

“Existem missões que não escolhemos. Elas nos escolhem. Com humildade, coragem e fé em Deus, sigo agora uma nova missão: ajudar a reconstruir o Brasil, defender os valores em que acredito e lutar por um futuro melhor para todos”, escreveu.

Alfredo Gaspar também agradeceu o convite feito por Flávio Bolsonaro e afirmou que pretende atuar com lealdade a ele e ao eleitorado brasileiro.

“Conte com minha lealdade ao Brasil, ao povo brasileiro e ao senhor. Vamos juntos nessa nova caminhada!”, publicou.

Alfredo Gaspar destaca trajetória no Ministério Público e atuação contra o crime organizado

Nas redes sociais, Alfredo Gaspar destacou os cargos que ocupou antes de chegar ao Congresso Nacional. O parlamentar citou a atuação como promotor de Justiça, Procurador-Geral de Justiça de Alagoas, secretário de Segurança Pública e deputado federal.

“Dediquei minha vida ao combate ao crime organizado e à corrupção, dentro e fora do Congresso”, afirmou.

Durante a carreira no Ministério Público de Alagoas, Gaspar atuou em diferentes promotorias e coordenou o Grupo Estadual de Combate às Organizações Criminosas (Gecoc). Ele também presidiu o Grupo Nacional de Combate ao Crime Organizado (GNCOC).

O político exerceu por duas vezes o cargo de Procurador-Geral de Justiça de Alagoas. Depois, assumiu o comando da Secretaria de Segurança Pública do estado em duas oportunidades.

Gaspar resgata atuação na CPMI do INSS e diz que “verdade vem à tona”

Como deputado federal, Alfredo Gaspar ganhou destaque durante a CPMI do INSS, na qual exerceu a função de relator. Nas redes sociais, ele afirmou que o relatório apresentado pela comissão pediu medidas contra envolvidos no caso.

“Fui relator da CPMI do INSS e não baixei a cabeça, não negociei e não aceitei a blindagem de ninguém”, escreveu.

Em outra publicação, Gaspar comentou a abertura de investigações envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Lula. Ele afirmou que o relatório da CPMI havia pedido o indiciamento e a prisão do empresário.

“Os fatos começam a aparecer. A verdade sempre esteve no meu relatório e, mais cedo ou mais tarde, ela vem à tona”, declarou.

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