Há uma investigação envolvendo o dinheiro do seu avô, da sua avó, do seu tio, da sua tia, que são aposentados ou pensionistas e tiveram valores descontados no contracheque. A fraude chegou a um total de R$ 6 bilhões. O senador Weverton Rocha (PDT-MA) está enroladíssimo. O ministro André Mendonça, que trata desse caso, autorizou busca, apreensão e quebra de sigilo de familiares dele: a mulher, Samya Rocha, teria recebido R$ 11 milhões e depois comprado uma casa de R$ 6 milhões no Lago Sul, aqui em Brasília; também entraram na investigação as irmãs Geyse e Shainess; e a filha, Anna. Outro alvo dos mandados é um advogado, Willer Tomaz de Souza, apontado como uma espécie de operador. São 11 pessoas no total. Diz a PF que eles usavam empresas, incluindo duas empresas de postos de combustíveis, para fazer a lavagem de dinheiro.
Weverton é vice-líder do governo no Senado. Será que é requisito? Primeiro foi Jaques Wagner, que era líder do governo Lula; agora, esse é vice-líder. Deve ser requisito para exercer o cargo. “Qual é a sua ficha?” “Ah, eu sou especialista nisso.” “Então vem para cá.” Que situação incrível esta em que estamos! Felizmente temos uma eleição aí na frente; é uma chance para tentarmos sair dessa.
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Brasília é uma homenagem atrás da outra
Aqui em Brasília há um tipo especial de perda de tempo, que são as homenagens. As pessoas gostam de se homenagear. Elas têm de trabalhar, têm de produzir, trabalhar para o povo, pelo povo e em nome do povo, porque são funcionários do povo, servidores do público, mas em vez disso ficam se festejando, fazendo festinha. Os romanos chamavam isso – desculpem o latim – de asinus asinum fricat, “um burro coça o outro”. Fricat deu “fricção” em português, e asinum todos sabem que dá “asno”.
No Supremo, por exemplo, toda hora é hora de homenagem. Alguém fez 20 anos de Supremo? Homenagem. A última foi ao ministro Zanin, que fez três anos de STF, e dá-lhe homenagem. Serão 11 homenagens por ano, todos os anos. Fora os aniversários. Eu nem falo do dinheiro do povo que é gasto nisso, mas do tempo perdido por um tribunal que se queixa do excesso de carga. Também porque deixou, infelizmente, de ser tribunal constitucional para ser tribunal de pequenas causas, grandes causas, com pessoas que não têm prerrogativa de foro, deveriam estar na primeira instância, mas vão para a jurisdição do Supremo, a última instância, e depois não têm mais a quem apelar, não sei se ao bispo ou a Deus.
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Brasil continua se aproximando das ditaduras e dando as costas ao Ocidente
O Brasil está cada vez se isolando mais no mundo ocidental, afastando-se da nossa civilização, da nossa cultura judaico-cristã. Estamos cada vez mais isolados. Lula passou uma hora conversando com Vladimir Putin nesta terça-feira (claro que com tradutor). Lula adora conversar com Xi Jinping, da China, e com o Irã, que ele protege de todas as formas. Adora o Hamas, Cuba, Nicolás Maduro, Hugo Chávez, Daniel Ortega. Outro dia mencionou o Foro de São Paulo, dizendo que ele veio para trazer democracia. Imaginem só: uma entidade criada por Lula, Evo Morales, Fidel Castro, Ortega e Chávez, veio para trazer democracia. É sensacional!
Trump responde a negativa de vistos e agrément cancelando visto de embaixadora brasileira
Lula, ainda com raiva por causa da sobretaxa imposta por Donald Trump, negou visto a dois diplomatas americanos que ficariam no Brasil por três dias para observar liberdades de expressão e o sistema eleitoral. E o novo embaixador americano – que tem nome hispânico, Daniel Perez – não consegue receber o “de acordo” brasileiro, que na linguagem diplomática é o termo francês agrément. O que fez, então, Trump? Cancelou o visto da embaixadora brasileira em Washington, Maria Luiza Viotti. Brasil e Estados Unidos estão em um momento de pausa nas suas relações.


