O instituto Datafolha divulgou nesta sexta-feira (31) uma pesquisa que mostra como está a intenção de voto para o governo de Pernambuco nas eleições de 2026.
No cenário estimulado do primeiro turno, a governadora do estado e pré-candidata pelo PSD, Raquel Lyra, está com 48%. Ela está tecnicamente empatada com o ex-prefeito de Recife João Campos (PSB), com 42%.
Os dois também empatam dentro da margem de erro, de 3 pontos, em um eventual segundo turno, sendo que Lyra registra 49% das intenções de voto, contra 45% de Campos.
Na disputa ao Senado, há um empate técnico entre Marília Arraes (PDT) e Humberto Costa (PDT) nos dois cenários estimulados. Costa, por sua vez, também está empatado dentro da margem de erro com Mendonça Filho (PL) e Miguel Coelho (União) em ambos os cenários.
Pesquisa para o governo de Pernambuco em 2026
O Datafolha fez um cenário estimulado (quando são mostrados os nomes).
Lyra e Campos empatam tecnicamente no primeiro turno
- Raquel Lyra (PSD): 48%
- João Campos (PSB): 42%
- Ivan Moraes (PSOL): 1%
- Camila Falcão (UP): 1%
- Branco/Nulo: 5%
- Não sabe: 2%
Pesquisa de segundo turno para governador de Pernambuco
O Datafolha apresentou um cenário para um possível segundo turno em Pernambuco.
João Campos x Raquel Lyra
- Raquel Lyra (PSD): 49%
- João Campos (PSB): 45%
- Branco/Nulo/Nenhum: 4%
- Não sabe: 2%
Rejeição para governador de Pernambuco
O Datafolha perguntou aos entrevistados em quais dos candidatos eles não votariam de jeito nenhum.
- João Campos (PSB): 30%
- Raquel Lyra (PSD): 29%
- Ivan Moraes (PSOL): 22%
- Camila Falcão (UP): 20%
- Renan Hallais (Missão): 19%
- Votaria em qualquer um: 2%
- Rejeita a todos: 3%
- Não sabe: 7%
Pesquisa para senador por Pernambuco em 2026
O instituto Datafolha apresentou também os resultados sobre como está a intenção de voto do eleitor de Pernambuco para as duas cadeiras em disputa ao Senado pelo estado. Os resultados abaixo apresentam o consolidado do primeiro e do segundo votos indicados.
Empate técnico no primeiro cenário estimulado ao Senado
- Marília Arraes (PDT): 18%
- Humberto Costa (PT): 15%
- Mendonça Filho (PL): 10%
- Miguel Coelho (União): 9%
- Eduardo da Fonte (PP): 7%
- Silvio Nascimento (PL): 3%
- Carlos Sant’Anna (Novo): 2%
- Pastor Wellington Carneiro (Mobiliza): 2%
- Fernando Dueire (PSD): 1%
- Paulo Rubem Santiago (Rede): 1%
- Branco/Nulo/Nenhum: 21%
- Não soube responder: 9%
Segundo cenário estimulado mantém empate entre pré-candidatos
- Marília Arraes (PDT): 18%
- Humberto Costa (PT): 14%
- Mendonça Filho (PL): 10%
- Miguel Coelho (União): 9%
- Eduardo da Fonte (PP): 7%
- Silvio Nascimento (PL): 4%
- Túlio Gadelha (PSD): 3%
- Carlos Sant’Anna (Novo): 2%
- Pastor Wellington Carneiro (Mobiliza): 2%
- Paulo Rubem Santiago (Rede): 1%
- Branco/Nulo/Nenhum: 21%
- Não soube responder: 9%
Metodologia: 1.022 entrevistados pelo instituto Datafolha em Pernambuco, de 28 a 30 de julho de 2026. O nível de confiança é de 95%, com margem de erro de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa foi contratada pela Nassau Editora Radio e TV Ltda. Registro no TSE nº PE-04519/2026.
Por que a Gazeta do Povo publica pesquisas eleitorais
A Gazeta do Povo publica há anos todas as pesquisas de intenção de voto realizadas pelos principais institutos de opinião pública do país. As pesquisas de intenção de voto fazem uma leitura de momento, com base em amostras representativas da população.
Métodos de entrevistas, composição e número da amostra e até mesmo a forma como uma pergunta é feita são fatores que podem influenciar no resultado. Por isso é importante ficar atento às informações de metodologias, encontradas no fim das matérias da Gazeta do Povo sobre pesquisas eleitorais.
Pesquisas publicadas nas eleições de 2022, por exemplo, apontaram discrepâncias relevantes em relação ao resultado apresentado na urna. Feitos esses apontamentos, a Gazeta do Povo considera que as pesquisas eleitorais, longe de serem uma previsão do resultado das eleições, são uma ferramenta de informação à disposição do leitor, já que os resultados divulgados têm potencial de influenciar decisões de partidos, de lideranças políticas e até mesmo os humores do mercado financeiro.
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