O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou nesta quinta-feira (30) que a eleição de 2026 será decisiva para a preservação das liberdades individuais no país.
Em uma live, o parlamentar disse que a disputa vai além de propostas ou da divisão entre direita e esquerda e defendeu que o resultado das urnas definirá “o futuro do Brasil pelos próximos 50 anos”.
Flávio associou a defesa da liberdade de expressão ao principal eixo de sua campanha. O senador criticou propostas de regulamentação das redes sociais e a condução econômica do governo Lula.
O pré-candidato defendeu o endurecimento do combate ao crime organizado e apresentou propostas para as áreas de segurança pública e educação.
Segundo o parlamentar, sua candidatura pretende dar continuidade ao legado do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e impedir o que classificou como o fortalecimento de um “sistema” contrário às liberdades individuais.
“O que está em jogo no Brasil este ano é muito mais do que propostas, do que direita e esquerda. É a liberdade e o futuro do nosso Brasil pelos próximos 50 anos”, afirmou.
Dívida pública e custo de vida
Ao abordar a economia, Flávio classificou a atual gestão como o “governo da gastança”. Segundo o senador, o crescimento da dívida pública pressiona os juros, reduz a capacidade de investimento do Estado e afeta diretamente o custo de vida da população.
“Tem muito brasileiro que está escolhendo entre fazer compra ou comprar remédio”, disse.
“Padrão Bukele” na segurança
Ao apresentar suas propostas para a segurança pública, o senador defendeu classificar facções criminosas, como PCC e Comando Vermelho, como organizações terroristas.
Flávio afirmou ainda que pretende adotar uma política inspirada na do presidente de El Salvador, Nayib Bukele.
“Quem tem que ter medo é o vagabundo, é o bandido. Vai ser padrão Bukele”, declarou.
Educação
Na área da educação, o pré-candidato defendeu a ampliação das escolas cívico-militares, a criação de vouchers para creches particulares e o chamado “Programa Acolher”, pelo qual estudantes com melhor desempenho receberiam incentivo financeiro para auxiliar colegas com dificuldades de aprendizagem.
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