A Polícia Federal pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura de um inquérito para investigar suspeitas envolvendo o empresário Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como “Lulinha”, filho do presidente Lula (PT).
E caberá ao indicado do ex-presidente Jair Bolsonaro, André Mendonça, decidir o futuro do filho do petista. Investigadores apontam para os crimes de corrupção e tráfico de influência na comercialização de cannabis medicinal, em programas ligados ao Ministério da Saúde.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta quinta-feira (30). Hoje participam do programa o escritor Francisco Escorsim, o professor da FGV Daniel Vargas e o jurista Enio Viterbo.
PT quer investigação de Flávio
Os convidados vão falar a respeito do pedido dos deputados federais Lindbergh Farias (PT-RJ) e Rogério Correia (PT-MG) para que a Polícia Federal (PF) investigue a atuação do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à presidência da República, por suposto favorecimento ao ex-banqueiro preso Daniel Vorcaro e ao liquidado Banco Master.
Interferência do STF no TSE
O programa também vai analisar as consequências jurídicas do uso de vídeo de inteligência artificial com a imagem de Jair Bolsonaro na convenção que oficializou a candidatura de Flávio à Presidência. O caso abriu uma disputa de bastidores entre integrantes do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e do Supremo Tribunal Federal (STF).
O café de Moraes e Lula
Os convidados vão falar sobre o convite do presidente Lula (PT) ao ministro do STF, Alexandre Moraes, para “tomar um café” após um evento realizado nesta quarta-feira (29) no Palácio do Planalto. No final da cerimônia, Moraes abraça a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, e estende a mão para cumprimentar Lula, que fala algo. Ele se aproxima para ouvir melhor e o presidente faz o convite: “Vamos tomar um café?”
Paraguai convoca embaixador brasileiro
Por fim, os convidados vão debater sobre o governo do Paraguai, que convocou nesta quinta-feira (30) o embaixador brasileiro em Assunção, José Antonio Marcondes de Carvalho, em resposta a declarações do presidente Lula sobre a guerra travada entre 1864 e 1870, na qual Brasil, Argentina e Uruguai enfrentaram o país vizinho.


