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É uma vergonha ministros do STJ investigados por venda de sentença

Sede do Superior Tribunal de Justiça (STJ) em Brasília (Foto: Lucas Pricken/STJ)

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Eu só posso dizer que vergonha como é o chavão do Boris Casoy. Depois de ter sido afastado do Superior Tribunal de Justiça (STJ) por assédio sexual e importunação sexual em Balneário Camboriú, o ministro Marco Buzzi será investigado pelo Supremo Tribunal Federal.

O ministro Cristiano Zanin também autorizou investigar Buzzi por venda de sentença. Já é o segundo ministro do STJ investigado em uma semana. O outro é Moura Ribeiro, igualmente juiz de carreira do STJ, investigado no STF por venda de sentenças.

Que pena, meu Deus do céu. Porque isso faz a gente pensar que vem de longe, que não só apareceu quando chegou no topo da carreira, no Superior Tribunal de Justiça. Mas a gente fica preocupado. Começou quando isso? Esse Moura Ribeiro também está sendo investigado por autorização do ministro Cristiano Zanin.

Marco Buzzi é investigado por assédio em Balneário Camboriú e agora vem mais essa de venda de sentença no Superior Tribunal de Justiça. Meu Deus.

Dragagem de rios no Rio Grande do Sul é prioridade

Bom, queria dizer uma coisa para vocês, a propósito das enchentes no Rio Grande do Sul. A gente não consegue controlar a intensidade das chuvas, mas a gente consegue controlar o escoamento das águas das chuvas. Basta querer.

E desde aquela enchente colossal, que jogou mais entulho, mais barrancas para calha dos rios, eu disse: “Olha, a calha tá entupida. Agora basta menos chuva, cada vez menos chuva para causar mais enchente”. É óbvio que é o que está acontecendo no Rio Grande do Sul. Nós sabemos de quem é a responsabilidade: dos governantes que não dragaram os rios.

Ah, tinha outras prioridades. Sim, mas dragar os rios é uma prioridade, porque a água dos rios invade as casas, estraga os móveis, estraga as casas, tira vidas, perturba vidas, entra nas empresas, leva pontes. Evitar isso é uma prioridade e governar é exercer a profissão de estadista. O estadista é previsor, prevê e evita o mal. Em época de campanha eleitoral é bom a gente lembrar isso.

Lei proíbe venda de foie gras por maus tratos a animais

Bom, foi sancionada uma lei que proíbe vender foie gras. É o fígado gordo do ganso ou do pato. Começou lá no Egito antigo, foi para a Grécia antiga, foi para o Império Romano e foi para a Gália. E a Gália, hoje França, produz 80% do foie gras do mundo. Parte do Canadá, que fala francês, também é um grande produtor de foie gras.

E aqui no Brasil também se produz. Então, a lei proíbe produzir e vender. Aqui o pessoal gosta de palavra comprida, em vez de vender, eles escrevem comercializar. Comprido, né? Vender é muito mais simples. E é do senador Eduardo Girão o projeto. Proíbe porque é considerado tortura e maus-tratos a esses gansos e patos.

Embora eles tenham aqui a goela, muito elástica, com que eles engolem tudo. Mas empurram a comida dia e noite para fazer gordura e o fígado deles absorve rapidamente a gordura e fica um fígado gorduroso. Foie é fígado e gras é gordura.

Lá no sul dos Estados Unidos, lá na região de Baton Rouge, ali na Louisiana, tem aquele carnaval e a terça-feira gorda se chama Mardi Gras, terça gorda.

Spray de pimenta é um perigo

Bom, e também foi sancionado um projeto de uma antiga deputada, também do Ceará, Gorete Pereira, para mulheres poderem comprar spray de pimenta para se defender de assédio ou de assalto.

É um perigo, porque se o assaltante está com a arma apontada para a pessoa, só o fato de sacar o spray já pode provocar alguma reação.

Enquanto elite enriquece, povo de Cuba passa necessidade

Bom, e para terminar um pouquinho de Cuba. O Petronotícias é uma excelente fonte de notícias e tem acompanhado bastante as coisas de Cuba. Porto de Mariel, onde tem dinheiro nosso, e o Mais Médicos, que tem dinheiro nosso também, sancionados pelo governo Trump.

Mais Médicos por tráfico de pessoas, por trabalhos forçados. São 20 mil médicos vítimas. Eles vieram para o Brasil, eles ficavam com 12%, parece, do que o Brasil pagava. Era uma espécie de exportação de mão de obra, de mão de obra escrava, porque trabalhava por 12%.

Assim como as jogadoras, as campeãs mundiais maravilhosas do vôlei feminino de Cuba. Tricampeãs olímpicas, tricampeãs mundiais. Como lembrou a minha querida colega da Oeste, a Ana Paula Henkel, recebiam 1 milhão de dólares por cada vitória num campeonato desses. Não ficavam nem sequer com um centavo e ia tudo para a ditadura cubana, ditadura do Castro.

E lá no terminal de Porto Mariel, também foi o terminal de contêineres e aquela Gaesa. Tem uma empresa que é uma espécie de trust da ditadura cubana. Lá tem generais, tem funcionários públicos e tem o pessoal do Partido Comunista cubano. Ali eles acumulam riquezas, se locupletam, enquanto o povo tá quase sem água, praticamente sem energia elétrica, com um restinho de combustível, que o povo não tem mais. É só a nomenclatura cubana de Brasília.

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