Depois que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, proibiu o pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, de visitar o próprio pai por 90 dias, conseguiu o efeito contrário: passou recibo de perseguidor e virou “garoto-propaganda” involuntário da campanha.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) já afirmou que Moraes ajudou o candidato da direita. E aliados do PL fazem a avaliação de que as autoritárias decisões do ministro podem beneficiar a campanha.
Este será o ponto de partida do programa Última Análise desta terça-feira (14). Hoje participam do programa o professor da FGV Daniel Vargas, o jurista Frederico Junkert e o colunista da Gazeta do Povo Paulo Antônio Briguet.
Pesquisa presidencial
O programa vai analisar pesquisa do instituto Futura/Apex, que revela que o presidente Lula (PT) aparece com 46,3% das intenções de voto em um eventual segundo turno contra Flávio, que tem 46,1%, A pesquisa foi realizada com recursos próprios do instituto e está registrada no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo BR-07294/2026.
Ministro de Lula faz ameaça sobre eleições
Outro tema do programa de hoje será a declaração do ministro do Empreendedorismo de Lula, Paulo Henrique Pereira, que disse, nesta segunda-feira (13), que, se a direita vencer a eleição presidencial deste ano, irá abrir espaço para uma “onda de interrupção democrática”.
A declaração de Janja sobre candidatura
O programa vai falar a respeito da posição da primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, disse que “não pretende ser candidata a nada” e negou planos de disputar eleições no futuro. Em entrevista, Janja afirmou que quer “viver a vida de mulher casada”.
PT impõe educação política obrigatória
Outro tema do programa de hoje será a nova política de Lula, que sancionou lei que inclui educação política e direitos da cidadania como componente curricular obrigatório da educação básica.
Selo de acerto: a proposta de Kassio Nunes
Os convidados vão avaliar a proposta, de autoria do ministro Kassio Nunes Marques, para criar um selo para reconhecer institutos de pesquisa eleitoral que apresentarem maior proximidade entre suas projeções e os resultados oficiais das urnas.


