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Investigação sobre morte de ex-ministra britânica muda foco para possível ato de terrorismo

A polícia do Reino Unido voltou a prender um homem de 28 anos suspeito de matar a ex-parlamentar e ex-ministra britânica Ann Widdecombe, e informou que a investigação mudou seu foco para suspeita de ato de terrorismo.

Segundo a agência Associated Press, a polícia informou nesta segunda-feira (13) que o homem, inicialmente detido sob suspeita de homicídio e que havia sido liberado, foi preso novamente, agora sob a suspeita de praticar, preparar ou incitar atos de terrorismo. O nome dele não foi divulgado.

A declaração marca uma reviravolta nas investigações, já que anteriormente a polícia havia declarado que não havia indícios de que o crime estaria relacionado a terrorismo ou motivações políticas.

“Agora dispomos de novas informações e evidências que fazem com que a Divisão de Polícia Antiterrorismo assuma a liderança da investigação”, declarou o chefe da Polícia Antiterrorismo Nacional, Laurence Taylor. “Estamos seguindo múltiplas linhas de investigação para determinar a motivação deste ataque.”

Widdecombe, de 78 anos, foi encontrada morta na semana passada na sua casa, no vilarejo de Haytor, com seu corpo apresentando “ferimentos graves”, segundo a polícia.

Ela foi membro do Parlamento britânico e do Parlamento Europeu, além de ministra de Estado do Emprego e das Prisões, entre 1993 e 1997, no governo do primeiro-ministro John Major.

Depois de décadas no Partido Conservador, Widdecombe se filiou ao Partido do Brexit, de Nigel Farage, legenda que depois se transformou no Reforma Reino Unido.

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