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Copa gigante em 2030: FIFA estuda torneio com 64 seleções

Presidente da FIFA, Gianni Infantino, acompanhado de Ronaldo Nazário e do príncipe Haakon, da Noruega, acompanham jogo das oitavas de final em Miami (Foto: EFE/EPA/RONALD WITTEK)

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Quem discordou do aumento do número de seleções na Copa de 2026, que saltou de 32 para 48, já pode se preparar: a FIFA cogita expandir esse número para 64 já na edição de 2030, que marcará o centenário da maior competição do futebol mundial.

“É um tema que será examinado e debatido nos comitês correspondentes após este Mundial. Quando se organiza um, é importante projetá-lo para todo o mundo, não apenas para Europa e América do Sul. Cada nação deveria poder sonhar em participar”, disse o presidente da FIFA, Gianni Infantino, em declarações ao portal “Bluewin”, reproduzidas pelo jornal francês “L’Équipe”.

Em 2030, a Copa será uma edição comemorativa de 100 anos do primeiro mundial, disputado no Uruguai. Terá um formato inédito, com seis países-sede em três continentes. Os três primeiros jogos serão disputados no Uruguai, Argentina e Paraguai, e o restante do torneio ocorrerá em Marrocos, Portugal e Espanha.

Oportunidade aos pequenos, diz Infantino

Se a FIFA realmente expandir o número de seleções no centenário das copas, em vez dos 104 jogos de 2026 (que já configuram um recorde para o torneio), haverá 128 partidas, o dobro dos 64 enfrentamentos da última edição com 32 seleções, em 2022.

“Podemos ver que o nível das equipes é extremamente alto e continua melhorando em todo o mundo. Se não for dada a oportunidade aos países pequenos de participar do Mundial, eles não terão mais motivação para continuar melhorando”, sublinha Infantino, demonstrando entusiasmo com a proposta.

A primeira Copa do Mundo, em 1930, reuniu apenas 13 seleções. Entre 1934 e 1970, o patamar consolidado foi de 16 seleções. O torneio se expandiu para 24 nacionalidades em 1982, 32 em 1998 e 48 em 2026.

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