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Frases da Semana: “A chamada direita democrática desapareceu”

“Autoridade policial, sou o deputado federal Glauber Braga! Estou sendo atacado por esse rapaz pela oitava vez” — deputado federal Glauber Braga (PSOL-RJ), pedindo ajuda a policiais após ser confrontado por um manifestante de oposição. Bastam cinco minutos caminhando pelo centro de qualquer capital brasileira para transformar o “jovem revolucionário” no maior fã do “braço armado do fascismo”.

“Ele é uma figura muito doce” — Michel Temer, ex-presidente preso por corrupção, sobre Daniel Vorcaro. Só espero que o Temer não seja diabético, porque desse doce, parece que ele se lambuzou até demais. 

“O que você acha de ter dado tão pouco espaço às mulheres em sua obra?” — Lupyta Nyong’o, atriz que interpreta Helena de Troia em filme baseado na obra clássica de Homero, respondendo o que perguntaria ao autor se tivesse a oportunidade. Com esse discurso, ela ficaria melhor no papel de Cavalo de Troia. 

“Abatemos 111 mísseis disparados pela República Islâmica do Japão [sic]” — Donald Trump, cometendo gafe ao se referir à guerra contra o Irã. Fica a dica, Trump: é mais fácil confundir a Venezuela com o Brasil do que o Irã com o Japão. 

“Ao início do evento eu fui assolapada com uma oração evangélica. Houve uma chamada a Deus e isto é inconstitucional” — Elayne Rodrigues, promotora de justiça, denunciando oração supostamente inconstitucional durante fórum de conselheiros tutelares no RJ. O diabo, que começou com um único advogado, aparelhou tanto o Judiciário que hoje já conta com uma promotoria inteirinha. 

“A senhora não quer ir à m…?” — perguntou o governador Jorginho Mello (PL-SC) a uma “cacica” que protestava contra a obra de construção de barragem em terra indígena. Calma, antes de criticar o governador, vale lembrar que a obra vai ajudar no saneamento básico.

“A chamada direita democrática desapareceu. Existe só a esquerda democrática do PT e do Lula” — Tony Bellotto, ex-membro da banda Titãs, analisando o cenário político nacional. É, Tony… quem diria que, quando você cantava “comida é pasto”, estava se referindo ao próprio almoço.

A Pátria de Chuteiras (Penduradas) 

“O Maradona lutou por uma Argentina soberana diante do mundo inteiro” — Milly Lacombe, comentarista de futebol feminista. Afinal de contas, para a nossa imprensa militante, soberania se faz defendendo ditadores amigos, financiando o narcotráfico internacional e ganhando roubado. até com gol de mão. 

“Só eu não estou achando graça dos memes de mau gosto do jogo Brasil contra Noruega, abusando de um cara loiro?” — Vanessa da Mata, cantora, revoltada com memes sobre o atacante norueguês Erling Haaland. O “da Mata” no nome deve ser referência à completa e verdejante alienação da realidade em que ela vive. 

“️Homem feio e burro” — Ana Thaís Matos, comentarista de futebol feminista, rebatendo críticas de torcedor no Instagram. Esse foi, sem dúvidas, o comentário mais profundo e bem articulado de toda a carreira dela. 

“Encerrada nossa participação na Copa de 2026, fica a gratidão” — ministro Gilmar Mendes (STF-MT), após queda do Brasil na Copa. Como assim “encerrada”? Não vai rolar um habeas corpus preventivo garantindo o Brasil na semifinal? O STF já teve mais moral… 

Notícias do Sóquer 

“Eu nem sabia o que era um cartão vermelho” — Donald Trump, questionando suspensão do atacante americano Folarin Balogun, ao admitir ter influenciado decisão da FIFA de retirar a punição ao jogador. Só deele saber que o futebol é jogado com os pés, já é um milagre.

“Eu fui um bom atleta e entendo bastante de esportes” — Donald Trump, ao dar sua opinião sobre o caso Balogun. A julgar pela quantidade de refugadas, sua carreira esportiva deve ter sido como a do Baloubet du Rouet. 

“Anule isso aqui!” — Federação Belga de Futebol, cornetando Trump após goleada da Bélgica contra os EUA. Ainda bem que não anularam, seria um golpe terrível contra a integridade da FIFA! Se ela tivesse alguma. 

“Em sua essência, o futebol é construído sobre uma base de trapaça que é incompatível com a cultura americana” — Frank Kaufmann, articulista do The Washington Post. Exceto no beisebol, ciclismo, atletismo, boxe, luta-livre, patinação artística… e até no xadrez, por mais desconfortável que possa parecer. 

“Os EUA jogaram contra dois países pequenos: a Bósnia e a Herzegovina”  — Ana Kasparian, blogueira progressista americana ostentando sua erudição geográfica. Viu só? Bem que a nossa esquerda avisou  que o Paulo Freire também é muito admirado nos States.

Neymarfobia 

“Este menino é um pequeno cafajeste” — Juca Kfouri, comentarista de futebol, sobre Neymar Jr., após derrota do Brasil para a Noruega. Quem nasceu para Neymar, nunca chegará ao tamanho de um Juca Kfouri. 

“Ele representa o que há de pior na sociedade brasileira” — Juca Kfouri, ainda chorando sobre Neymar. Esqueçam as facções criminosas, as quadrilhas que assaltaram os cofres da Petrobras e do INSS, e até os palpiteiros que ganham a vida dando pitaco sobre futebol sem nunca terem chutado uma bola… o pior da sociedade é quem critica o chefinho do Juca na TV Lula. 

“É um cara que cometeu crime ambiental e que corre atrás de tudo para livrar a cara. Quer fazer do Nordeste uma Las Vegas” — Walter Casagrande, ex-jogador de futebol, criticando status de Neymar enquanto referência. É triste ver o declínio do Casão, começou puxando uma linha tão pura e cristalina em suas análises, mas agora só quer queimar a carreira de um craque. 

A Semana do Janjo 

“Nós precisamos acabar com essa história de que o pobre não gosta de coisa boa. Aqui para eles” — Lula, mostrando o dedo do meio durante evento de pré-campanha antecipada. Será que, por ter apenas quatro dedos, Lula ficou com dois dedos do meio, e por isso não economiza na hora de mandar o povo para aquele lugar? Deixem suas teorias nos comentários. 

“Ele dá o dedo e consegue ser carismático. É impressionante! Não é pra puxar o saco, mas é verdade” — Guga Noblat, blogueiro, encantado com o gesto obsceno de Lula. Apaixonou-se. Só não sabemos se pelo gesto ou pelo autor. 

Los Hermanos 

“O mais difícil foi sair” — Hernán Gil, vigia venezuelano resgatado após oito dias soterrado por terremoto. Totalmente compreensível. Comparado com a vida normal na Venezuela, passar oito dias soterrado sob os escombros parecia uma colônia de férias. 

“Você sabe o que tem que fazer” — disse Leandro Bertazzo, instrutor de voo argentino, à aluna, antes de abrir a porta e saltar do avião em pleno ar. Compreensível também: a alternativa era pousar na Argentina. 

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