O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência Ronaldo Caiado (PSD) não descartou a possibilidade de que o presidente nacional do seu partido, Gilberto Kassab, esteja com ele na chapa presidencial, como candidato a vice-presidente.
“Um candidato de oposição, ele nunca queima esse nome assim, na largada. É um nome que você vai vendo quais as fragilidades maiores, as regiões em que você precisa mais”, explicou, em entrevista ao Neofeed concedida nesta quinta-feira (18).
Outro nome que chegou a aparecer em negociações de chapa presidencial foi o do ex-governador de Minas Gerais Romeu Zema (Novo). Ambos já admitiram que há uma conversa, ainda que incipiente, mas sem uma definição sobre como a chapa ficaria disposta. Zema não tem dado indicativos de outros nomes com quem poderia ir às urnas.
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Kassab foi secretário do governador de São Paulo Tarcísio de Freitas (Republicanos), o que aproximou seu partido direita. A aproximação se consolidou quanto o PSD preteriu o tom centrista puro do governador do Rio Grande do Sul Eduardo Leite e optou pelo tom de centro-direita do ex-governador goiano.
A avaliação do ex-governador é de que PT e PL se retroalimentam pela polarização, criando o que classificou como “jogo de revanche”. Com isso, ele destacou sua experiência política para dizer que não aprenderá a ser presidente já no exercício do cargo e que não incitará a divisão da população.
No cenário da corrida ao Planalto, o presidente Lula (PT) saiu na frente ao confirmar que o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), seguirá com ele na busca pela segunda reeleição.
Do lado oposto, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ainda não bateu o martelo, mas o nome da deputada federal Júlia Zanatta (PL-SC) passou a ser cogitado e até defendido publicamente por influências como o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL).


