O programa Sem Rodeios desta segunda-feira (01) destaca sobre o estrategista republicano Jason Miller, aliado próximo de Donald Trump, ter ironizado as críticas de Lula à decisão dos Estados Unidos de classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. Em publicação nas redes sociais, Miller escreveu “Cry Harder” (“chora mais”) e usou a expressão “womp womp”, em tom de deboche, após Lula afirmar que a medida representaria interferência externa e criticar a atuação de Flávio Bolsonaro junto ao governo americano.
PCC e CV viram terroristas em três países
Argentina, Paraguai e agora os Estados Unidos passaram a classificar o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas. O Paraguai adotou a medida em outubro de 2025, alegando ameaça à segurança nacional e atuação das facções com tráfico, armas e lavagem de dinheiro. A Argentina fez o mesmo após uma megaoperação policial no Rio de Janeiro e incluiu os grupos em seu registro oficial de entidades ligadas ao terrorismo. Já os EUA anunciaram que o enquadramento entrará em vigor em 5 de junho, ampliando sanções financeiras e instrumentos de cooperação internacional contra as facções.
Flávio defende prisão de até 80 anos para chefes de facções
O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu o endurecimento das leis contra o crime organizado e afirmou que chefes de facções como PCC e Comando Vermelho deveriam cumprir penas de até 80 anos de prisão. Em entrevista à Gazeta do Povo e ao programa Sem Rodeios, Flávio celebrou a decisão dos Estados Unidos de classificar as facções brasileiras como organizações terroristas e disse que o Brasil precisa atuar em cooperação internacional contra o narcotráfico.
Gilmarpalloza: patrocínio são omitidos por empresas
Empresas que participaram de eventos paralelos ao chamado “Gilmarpalooza”, fórum jurídico realizado em Lisboa e associado ao ministro Gilmar Mendes, teriam omitido oficialmente o patrocínio de confraternizações e encontros reservados ligados ao evento. Segundo a coluna de Lauro Jardim, a prática lembra o caso envolvendo o banqueiro Daniel Vorcaro, investigado por supostos pagamentos sem divulgação formal.
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