{"id":617667,"date":"2026-08-04T15:07:34","date_gmt":"2026-08-04T19:07:34","guid":{"rendered":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=617667"},"modified":"2026-08-04T15:07:34","modified_gmt":"2026-08-04T19:07:34","slug":"santa-catarina-cobra-corredor-proprio-de-ferrovia-para-nao-ficar-refem-de-lote-deficitario","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=617667","title":{"rendered":"Santa Catarina cobra corredor pr\u00f3prio de ferrovia para n\u00e3o ficar ref\u00e9m de lote deficit\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<div class=\"postBody-module-scss-module__8_WGKG__postBodyContainer\">\n<p>Santa Catarina pode perder 41% da malha ferrovi\u00e1ria hoje concedida caso o modelo de fatiamento proposto pelo governo federal para a <strong>Malha Sul<\/strong> seja mantido. O alerta foi feito por representantes do estado e da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias de Santa Catarina (Fiesc) na \u00faltima sexta-feira (31), em Florian\u00f3polis, durante audi\u00eancia p\u00fablica que reuniu Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Minist\u00e9rio dos Transportes e lideran\u00e7as do Sul do pa\u00eds contr\u00e1rias \u00e0 divis\u00e3o da ferrovia em tr\u00eas concess\u00f5es independentes.<\/p>\n<p>A audi\u00eancia em terras catarinenses encerrou o ciclo presencial da Audi\u00eancia P\u00fablica n\u00ba 11\/2026, que teve sess\u00f5es em Bras\u00edlia, Curitiba e Porto Alegre, e integra a consulta sobre o projeto que vai substituir, a partir de 2027, o contrato da Rumo Malha Sul. A proposta federal, estruturada pela Infra S.A., prev\u00ea a reconfigura\u00e7\u00e3o da rede em tr\u00eas corredores:<\/p>\n<ul>\n<li>Paran\u00e1\u2013Santa Catarina,<\/li>\n<li>Rio Grande e<\/li>\n<li>Mercosul.<\/li>\n<\/ul>\n<p>Segundo o governo federal, o modelo atual de bloco \u00fanico favoreceu o sucateamento e o abandono de linhas, e a divis\u00e3o em lotes seria uma forma de tornar as concess\u00f5es mais equilibradas e atrativas ao mercado. No entanto, para representantes dos estados do Sul, <strong>a segmenta\u00e7\u00e3o separa trechos lucrativos e deficit\u00e1rios<\/strong>, amea\u00e7a deixar regi\u00f5es inteiras sem investidores interessados e <strong>enfraquece a integra\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria<\/strong> necess\u00e1ria \u00e0 competitividade da economia da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>Como \u00e9 a proposta para fatiamento da Malha Sul<\/h2>\n<p>O projeto apresentado pela Uni\u00e3o para a nova concess\u00e3o da Malha Sul prev\u00ea a divis\u00e3o da ferrovia em tr\u00eas corredores independentes, licitados em um \u00fanico certame. A modelagem reorganiza <strong>cerca de 4,2 mil quil\u00f4metros de trilhos hoje operados pela Rumo<\/strong> em tr\u00eas eixos: o corredor Paran\u00e1\u2013Santa Catarina, com 1.502 quil\u00f4metros; o corredor Rio Grande, com 880 quil\u00f4metros; e o corredor Mercosul, com 1.865 quil\u00f4metros.<\/p>\n<p>Pelo desenho apresentado na audi\u00eancia p\u00fablica, cada corredor ter\u00e1 contrato pr\u00f3prio, mas o conjunto foi estruturado para funcionar com <strong>mecanismos de investimentos cruzados<\/strong>.<\/p>\n<p>O <strong>corredor Paran\u00e1\u2013Santa Catarina, considerado o mais lucrativo<\/strong>, dever\u00e1 transferir recursos para ajudar a viabilizar os outros dois lotes: R$ 1,47 bilh\u00e3o para o corredor Rio Grande e R$ 3,46 bilh\u00f5es para o corredor Mercosul. A proposta tamb\u00e9m distribui fun\u00e7\u00f5es log\u00edsticas diferentes entre os trechos.<\/p>\n<p>O corredor Paran\u00e1\u2013Santa Catarina concentra a maior parte da carga da atual malha; o corredor Rio Grande conecta trechos internos do territ\u00f3rio ga\u00facho ao Porto de Rio Grande; e o corredor Mercosul liga S\u00e3o Paulo, Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul at\u00e9 a fronteira com a Argentina, formando o eixo interestadual mais longo do projeto.<\/p>\n<ul>\n<li><span><strong>Corredor Paran\u00e1-Santa Catarina (1.502,26 quil\u00f4metros)<\/strong>: concentra 78% da carga total da ferrovia e escoa gr\u00e3os, celulose, a\u00e7\u00facar e fertilizantes at\u00e9 os portos de Paranagu\u00e1 (PR) e S\u00e3o Francisco do Sul (SC).<\/span><\/li>\n<li><span><strong>Corredor Rio Grande (880,3  quil\u00f4metros)<\/strong>: conecta Cruz Alta (RS) a Cacequi (RS), possui ramal at\u00e9 Santiago (RS) e direciona 75% da sua carga ao Porto de Rio Grande (RS). O trecho movimenta 16,6% do volume total da malha, com capacidade anual de 5,7 milh\u00f5es de toneladas.<\/span><\/li>\n<li><span><strong>Corredor Mercosul (1.865,78 quil\u00f4metros)<\/strong>: linha interestadual que une Iper\u00f3 (SP) a Ponta Grossa (PR), reinicia em Mafra (SC) e corta o territ\u00f3rio ga\u00facho por Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Maria e Cacequi at\u00e9 atingir Uruguaiana, na divisa com a Argentina.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>Segundo os estudos apresentados pela ANTT, <strong>a nova concess\u00e3o prev\u00ea R$ 14,4 bilh\u00f5es em investimentos privados<\/strong> e R$ 38,6 bilh\u00f5es em custos operacionais ao longo de 30 anos. Desse total, R$ 3 bilh\u00f5es seriam destinados \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o dos <a href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/brasil\/terceira-maior-malha-ferroviaria-isolada\/\">trilhos danificados<\/a> pelos eventos clim\u00e1ticos no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>Gargalos catarinenses e temor de encolhimento da malha<\/h2>\n<p>Em Santa Catarina, a cr\u00edtica ao fatiamento vem acompanhada de um diagn\u00f3stico considerado preocupante. Representantes do estado e da Fiesc apontaram que apenas cerca de 17% da malha ferrovi\u00e1ria catarinense est\u00e1 em opera\u00e7\u00e3o, concentrada principalmente <strong>entre Mafra e o Porto de S\u00e3o Francisco do Sul<\/strong>, e alertaram para o risco de redu\u00e7\u00e3o de cerca de 41% da extens\u00e3o da malha concedida caso o modelo seja mantido como est\u00e1.<\/p>\n<p>Os trechos sem previs\u00e3o clara de recupera\u00e7\u00e3o incluem o <strong>eixo Mafra\u2013Lages<\/strong>, parte do chamado Tronco Sul, e n\u00e3o h\u00e1, na proposta atual, garantia de conex\u00e3o ferrovi\u00e1ria com portos estrat\u00e9gicos como Itapo\u00e1, Imbituba, Itaja\u00ed e Navegantes, o que mant\u00e9m a depend\u00eancia do transporte rodovi\u00e1rio por corredores j\u00e1 saturados, como as rodovias BRs 101, 116, 163, 280, 282 e 470.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.gazetadopovo.com.br\/2026\/07\/31201236\/Captura-de-tela-2026-07-31-192903-960x540.jpg.webp\" \/><i>Representantes de Santa Catarina alertaram para o risco de encolhimento da malha ferrovi\u00e1ria e defenderam um corredor pr\u00f3prio que ligue o estado aos portos catarinenses. (Foto: Gustavo Rotta\/Divulga\u00e7\u00e3o Rumo)<\/i><\/p>\n<p>\u201c\u00c9 um projeto que, no nosso entendimento, est\u00e1 t\u00edmido e subdimensionado. Ele n\u00e3o contempla o escoamento de Santa Catarina, n\u00e3o atende nossos portos de cont\u00eainer e n\u00e3o traz ganhos reais, <strong>apenas replica por mais 30 anos a situa\u00e7\u00e3o atual da concess\u00e3o ferrovi\u00e1ria<\/strong>\u201d, afirmou Maur\u00edcio Battistella, presidente do Conselho de Transportes da Fiesc.<\/p>\n<p>Beto Martins, coordenador do Grupo de Trabalho de Ferrovias do Conselho de Desenvolvimento e Integra\u00e7\u00e3o Sul (Codesul), afirmou que, pela pr\u00f3pria modelagem, apenas o corredor Paran\u00e1\u2013Santa Catarina apresenta viabilidade econ\u00f4mica plena, enquanto os corredores Rio Grande e Mercosul t\u00eam Valor Presente L\u00edquido (VPL) negativo e dependem de aportes para sair do papel. \u201c<strong>Corremos o risco de ter uma concess\u00e3o deserta<\/strong> em Santa Catarina e Rio Grande do Sul\u201d, alertou, classificando esse cen\u00e1rio como um \u201cdesastre econ\u00f4mico\u201d para os dois estados.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>Governo de SC reivindica corredor pr\u00f3prio e mais transpar\u00eancia<\/h2>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o oficial do governo catarinense foi apresentada pelo procurador\u2011geral do estado, Marcelo Mendes. Ele lembrou que Santa Catarina tem o sexto maior PIB do pa\u00eds, \u00e9 o maior exportador de carne su\u00edna e possui uma economia diversificada, com forte produ\u00e7\u00e3o industrial, e afirmou que o estado n\u00e3o \u00e9 contr\u00e1rio \u00e0 nova concess\u00e3o, mas n\u00e3o aceita <strong>uma modelagem que n\u00e3o considere sua realidade econ\u00f4mica<\/strong>.<\/p>\n<p>Mendes criticou a falta de acesso pleno aos estudos que embasam o projeto \u2013 incluindo o diagn\u00f3stico detalhado da malha e os cen\u00e1rios comparativos do VPL \u2013, dizendo que Santa Catarina e os demais estados do Codesul fizeram <strong>mais de dez convites ao governo federal para discutir a modelagem<\/strong> e n\u00e3o obtiveram resposta satisfat\u00f3ria. \u201cNossa manifesta\u00e7\u00e3o fica, em certo ponto, prejudicada, porque n\u00e3o conseguimos fazer uma an\u00e1lise completa sem esses documentos\u201d, afirmou, ao defender que as federa\u00e7\u00f5es empresariais sejam ouvidas de forma mais efetiva sobre o desenho da concess\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao entrar no m\u00e9rito do projeto, o procurador\u2011geral pediu que seja criado um corredor pr\u00f3prio para Santa Catarina, capaz de atender as necessidades econ\u00f4micas e regionais do estado, em vez de diluir a rede ferrovi\u00e1ria do estado entre o lote Paran\u00e1\u2013Santa Catarina e trechos internos de baixa viabilidade. \u201cUm lote com VPL positivo vai ser o mais atrativo e muito provavelmente ter\u00e1 licita\u00e7\u00e3o adjudicada. Os outros dois, com VPL negativo, podem fracassar. Em sendo fracassada, nossa estrutura continua como hoje. Esse projeto, da forma como est\u00e1, \u00e9 invi\u00e1vel economicamente para Santa Catarina\u201d, afirmou, em nome do governador Jorginho Mello (PL).<\/p>\n<p>O secret\u00e1rio\u2011adjunto de Portos, Aeroportos e Ferrovias de Santa Catarina, Ivan Amaral, refor\u00e7ou a cr\u00edtica, dizendo que a concess\u00e3o feita na d\u00e9cada de 1990 j\u00e1 foi mal desenhada e que o <strong>atual modelo corre o risco de ser pior<\/strong>. \u201cS\u00f3 queremos tempo, mais dois anos, para discutir esse modelo, para que seja uma concess\u00e3o bem feita, com uma infraestrutura ferrovi\u00e1ria de primeira qualidade, porque todos sabemos que a BR\u2011101 est\u00e1 colapsada\u201d, reiterou.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>Oeste catarinense quer trilhos at\u00e9 os portos<\/h2>\n<p>A deputada federal Caroline De Toni (PL) levou para a audi\u00eancia o discurso em defesa da regi\u00e3 oeste catarinense, que ela descreveu como <strong>\u201ca maior produ\u00e7\u00e3o de prote\u00edna animal por metro quadrado do mundo\u201d<\/strong>. Segundo a parlamentar, su\u00ednos e aves produzidos na regi\u00e3o alimentam a popula\u00e7\u00e3o brasileira e chegam \u201ca todos os cantos do planeta\u201d, mas essa cadeia depende de milho vindo principalmente do Mato Grosso, sem que haja uma liga\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria eficiente para transportar insumos e levar produtos aos portos catarinenses.<\/p>\n<p>\u201cPrecisamos ter uma linha ferrovi\u00e1ria que leve at\u00e9 os portos de Santa Catarina, para poder fazer essa exporta\u00e7\u00e3o e trazer dignidade \u00e0s fam\u00edlias do oeste\u201d, afirmou a deputada, lembrando que mais de 70 mil fam\u00edlias est\u00e3o diretamente vinculadas \u00e0 agroind\u00fastria da regi\u00e3o. Ela ampliou o recorte para outras regi\u00f5es \u2013 ind\u00fastria, com\u00e9rcio, produ\u00e7\u00e3o de gr\u00e3os no meio\u2011oeste \u2013 e disse que Santa Catarina \u201cj\u00e1 fez a sua parte\u201d em desenvolvimento econ\u00f4mico e agora precisa ser vista pelo estado brasileiro na modelagem da Malha Sul.<\/p>\n<p>\u201cSe a ferrovia Paranagu\u00e1\u2013Chapec\u00f3 n\u00e3o for contemplada, o milho mais barato vai embora pelo porto e a ind\u00fastria do oeste catarinense fecha. Hoje, a ferrovia em Santa Catarina \u00e9 uma ferrovia de passagem; <strong>precisamos integrar o estado \u00e0 malha nacional<\/strong> e garantir direito de passagem para quem opera ramais\u201d, disse Battistella.<\/p>\n<p>De Toni defendeu que os pr\u00f3ximos 30 anos de concess\u00e3o sejam pensados para que o povo catarinense seja valorizado pelo que j\u00e1 produziu, e n\u00e3o para repetir os impasses dos \u00faltimos cinco anos. \u201cN\u00e3o existem dois caminhos, s\u00f3 existe um caminho: rever esse projeto com a ajuda do governo do estado\u201d, disse, citando o esfor\u00e7o do governador Jorginho Mello, do secret\u00e1rio Beto Martins e do F\u00f3rum Parlamentar Catarinense em colocar Santa Catarina \u201c\u00e0 vista\u201d do Brasil na discuss\u00e3o ferrovi\u00e1ria.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>Estudos alternativos e disputa na Justi\u00e7a<\/h2>\n<p>A audi\u00eancia de Florian\u00f3polis acontece em meio a uma <strong>mobiliza\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica e pol\u00edtica coordenada pelo Codesul<\/strong>, bloco que re\u00fane Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paran\u00e1 e Mato Grosso do Sul. Em parceria com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), o conselho lan\u00e7ou edital para contratar consultoria especializada e elaborar estudos sobre uma \u201cMalha Sul Ampliada\u201d, com foco em moderniza\u00e7\u00e3o, integra\u00e7\u00e3o regional e recupera\u00e7\u00e3o de trechos sucateados.<\/p>\n<p>Santa Catarina tamb\u00e9m trava uma batalha judicial em torno da modelagem da nova concess\u00e3o, com a\u00e7\u00f5es pedindo revis\u00e3o do projeto e mais prazo para que os estados possam contribuir com diagn\u00f3sticos e propostas antes da defini\u00e7\u00e3o final.<\/p>\n<p>Nos documentos apresentados pelo Codesul, governadores dos quatro estados integrantes afirmam, de forma un\u00e2nime, que <strong>o modelo de concess\u00e3o da Malha Sul, tal como est\u00e1, \u00e9 economicamente fr\u00e1gil<\/strong> e n\u00e3o representa a melhor alternativa para o desenvolvimento log\u00edstico do Sul do Brasil.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>ANTT pode rever prazo e diz que ouvir\u00e1 contribui\u00e7\u00f5es<\/h2>\n<p>No contraponto, a ANTT e o Minist\u00e9rio dos Transportes reafirmaram, em notas e na pr\u00f3pria audi\u00eancia, que o processo de audi\u00eancias p\u00fablicas \u00e9 voltado \u00e0 participa\u00e7\u00e3o social e que todas as contribui\u00e7\u00f5es recebidas, tanto nas sess\u00f5es presenciais quanto pela plataforma &#8220;<a href=\"https:\/\/participantt.antt.gov.br\/public\">ParticipANTT<\/a>&#8220;, ser\u00e3o analisadas antes da conclus\u00e3o dos estudos.<\/p>\n<p>O superintendente de Concess\u00f5es de Infraestrutura da ANTT Marcelo Fonseca apontou que o di\u00e1logo pode continuar nos pr\u00f3ximos meses. \u201cSe entendermos junto \u00e0 sociedade que \u00e9 necess\u00e1rio mais tempo para fazer esses aperfei\u00e7oamentos, a ANTT e o Minist\u00e9rio dos Transportes est\u00e3o totalmente abertos a fazer isso. N\u00e3o s\u00f3 aqui na regi\u00e3o, se quiserem ir a Bras\u00edlia tamb\u00e9m, podemos discutir isso conjuntamente para chegar no melhor estudo poss\u00edvel l\u00e1 na frente\u201d, disse.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o encerramento do prazo de contribui\u00e7\u00f5es, em 10 de agosto, a ANTT dever\u00e1 consolidar as manifesta\u00e7\u00f5es, atualizar os estudos e encaminhar o projeto ao Tribunal de Contas da Uni\u00e3o (TCU); se o cronograma desenhado for mantido, os editais da nova concess\u00e3o da Malha Sul podem ser publicados ainda dentro deste ciclo.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Santa Catarina pode perder 41% da malha ferrovi\u00e1ria hoje concedida caso o modelo de fatiamento proposto pelo governo federal para&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":615037,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[189],"tags":[],"class_list":["post-617667","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/617667","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=617667"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/617667\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/615037"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=617667"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=617667"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=617667"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}