{"id":587361,"date":"2026-07-26T19:50:48","date_gmt":"2026-07-26T23:50:48","guid":{"rendered":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=587361"},"modified":"2026-07-26T19:50:48","modified_gmt":"2026-07-26T23:50:48","slug":"as-piores-melhores-teses-academicas-em-ciencias-sociais-de-2026","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=587361","title":{"rendered":"As piores \u201cmelhores\u201d teses acad\u00eamicas em Ci\u00eancias Sociais de 2026"},"content":{"rendered":"<div class=\"postBody-module-scss-module__8_WGKG__postBodyContainer\">\n<p>Desde 1999, a Associa\u00e7\u00e3o Nacional de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Ci\u00eancias Sociais (Anpocs) promove um concurso que se apresenta de forma bastante ousada: uma vitrine da excel\u00eancia acad\u00eamica brasileira. Mas um passeio pela lista de trabalhos inscritos na edi\u00e7\u00e3o de 2026 desperta uma pergunta inevit\u00e1vel: excel\u00eancia segundo quais crit\u00e9rios?\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Todos os anos, teses e disserta\u00e7\u00f5es de programas de p\u00f3s-gradua\u00e7\u00e3o de todo o pa\u00eds disputam o reconhecimento de especialistas que escolhem os trabalhos considerados pala\u00a0Anpocs\u00a0como mais relevantes da produ\u00e7\u00e3o nacional em Ci\u00eancias Sociais.\u00a0\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Entre centenas de pesquisas submetidas na edi\u00e7\u00e3o 2026, chamam a aten\u00e7\u00e3o t\u00edtulos dedicados a temas centrados em debates identit\u00e1rios, enquanto outros parecem tratar de objetos cuja relev\u00e2ncia social ou econ\u00f4mica ou institucional \u00e9 bastante restrita.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A impress\u00e3o geral \u00e9 a de um ambiente acad\u00eamico voltado cada vez mais para dialogar consigo mesmo, premiando agendas e recortes que encontram grande repercuss\u00e3o dentro da universidade, mas cuja conex\u00e3o com os problemas concretos enfrentados pela maior parte da popula\u00e7\u00e3o brasileira nem sempre \u00e9 evidente.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>A <strong>Gazeta do<\/strong> Povo preparou uma lista com alguns destes trabalhos. Com uma ressalva: a lista de vencedores ainda n\u00e3o havia sido divulgada at\u00e9 a publica\u00e7\u00e3o da reportagem. Mas ainda assim \u00e9 poss\u00edvel, com base nas inscri\u00e7\u00f5es, listar essas teses e disserta\u00e7\u00f5es como \u201cas piores entre as melhores\u201d \u00e0 disposi\u00e7\u00e3o da banca da\u00a0Anpocs.<\/p>\n<p>A reportagem questionou todos os autores citados, sobre a import\u00e2ncia da tese ou disserta\u00e7\u00e3o e sobre poss\u00edveis cr\u00edticas \u00e0 pouca relev\u00e2ncia do trabalho para a sociedade.\u00a0Nenhum deles enviou resposta.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>1) <strong>T\u00edtulo<\/strong>: As transversalidades do corpo e as travessuras do controle: uma etnografia sobre pr\u00e1ticas agr\u00edcolas \u00e0 luz dos estudos de g\u00eanero e das rela\u00e7\u00f5es multiesp\u00e9cies [<a href=\"https:\/\/repositorio.unicamp.br\/Acervo\/Detalhe\/1531940\">https:\/\/repositorio.unicamp.br\/Acervo\/Detalhe\/1531940<\/a>]\u00a0<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong>: Joaquim Augusto de Ara\u00fajo\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Unicamp\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A disserta\u00e7\u00e3o relaciona pr\u00e1ticas agr\u00edcolas \u00e0 sexualidade, propondo uma compara\u00e7\u00e3o entre os mecanismos de controle exercidos sobre corpos humanos e vegetais. Em outras palavras, o trabalho problematiza a identidade de g\u00eanero de frutas e vegetais.\u00a0\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trecho<\/strong>: \u201cO que pretendemos \u00e9 justamente enfrentar esse problema te\u00f3rica e metodologicamente a partir do entendimento de que os corpos vegetais tamb\u00e9m s\u00e3o constru\u00eddos a partir de pressupostos dicot\u00f4micos, bin\u00e1rios e ortodoxos. O mecanismo que tenta capturar segue sendo o mesmo (a l\u00f3gica do controle \u00e9 esculpida tanto pelo capitalismo quanto pela\u00a0cisheteronorma). Quais os limites do que se pode ser, dentro de cada um desses campos? Quais s\u00e3o as determina\u00e7\u00f5es e conformidades que criam esses espa\u00e7os e essas categorias de conhecimento? Mais especificamente, quais s\u00e3o as marca\u00e7\u00f5es que constituem um morango como org\u00e2nico ou um tomate como Sweet\u00a0Grape?&#8221;.<\/p>\n<p>2) <strong>T\u00edtulo<\/strong>: Regula\u00e7\u00e3o internacional das drogas e controle social violento: o associativismo brasileiro no circuito da cannabis medicinal [<a href=\"https:\/\/www.maxwell.vrac.puc-rio.br\/colecao.php?strSecao=resultado&amp;nrSeq=70608&amp;idi=1&amp;rc=1\">https:\/\/www.maxwell.vrac.puc-rio.br\/colecao.php?strSecao=resultado&amp;nrSeq=70608&amp;idi=1&amp;rc=1<\/a>#]\u00a0<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong>: Luan do Nascimento Silva\u00a0<\/p>\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Pontif\u00edcia Universidade Cat\u00f3lica do Rio de Janeiro (PUC-RIO)\u00a0<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A tese discute a regulamenta\u00e7\u00e3o do uso da maconha medicinal no Brasil e relaciona a proibi\u00e7\u00e3o do consumo da droga para fins recreativos com uma \u201cracionalidade colonial-moderna de exerc\u00edcio do controle social violento\u201d e ao racismo.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trecho<\/strong>: \u201cAlguns outros exemplos ilustram como as pol\u00edticas proibicionistas impulsionam a circula\u00e7\u00e3o, independentemente dos argumentos sobre danos \u00e0 sa\u00fade (coletiva e individual), de pr\u00e1ticas de discrimina\u00e7\u00e3o e controle social, n\u00e3o apenas racial, mas tamb\u00e9m xenof\u00f3bica, de g\u00eanero, classe, entre outras demarca\u00e7\u00f5es. Por exemplo, as medidas de repress\u00e3o ao consumo de \u00f3pio nos Estados Unidos no in\u00edcio do s\u00e9culo XX foram direcionadas contra as comunidades chinesas nesses pa\u00edses (Mountian, 2017). Outro exemplo \u00e9 a resson\u00e2ncia de discursos religiosos para a constru\u00e7\u00e3o da moralidade nos argumentos proibicionistas, caracterizando as drogas como subst\u00e2ncias demon\u00edacas ou xam\u00e2nicas e os consumidores como pecadores ou encarna\u00e7\u00f5es do mal \u2013 exceto quando drogas e consumos fazem parte dos rituais em religi\u00f5es hegem\u00f4nicas, como o vinho no cristianismo (Mountian, 2017; Carneiro, 2022).\u201d\u00a0<\/p>\n<p>3) <strong>T\u00edtulo<\/strong>: \u201cPuta n\u00e3o tem amiga?\u201d: afetos, conflitos e o imperativo de inimizade nas pol\u00edticas da prostitui\u00e7\u00e3o feminina [<a href=\"https:\/\/repositorio.unicamp.br\/Acervo\/Detalhe\/1507296\">https:\/\/repositorio.unicamp.br\/Acervo\/Detalhe\/1507296<\/a>]\u00a0<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong>:\u00a0Adriely\u00a0Clarindo Cattani\u00a0<\/p>\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Unicamp\u00a0<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A tese analisa a condi\u00e7\u00e3o natural de incentivo \u00e0 inimizade entre prostitutas e busca entender como esses imperativos influenciam na forma\u00e7\u00e3o de v\u00ednculos entre as profissionais do sexo, assim como nos processos pedag\u00f3gicos que visam ao \u201caprender a ser prostituta\u201d. A autora, que passou meses convivendo com \u201cnovinhas\u201d e \u201cgostosonas\u201d em prost\u00edbulos do Brasil e de Portugal, pode comprovar na pr\u00f3pria pele a tese por ela defendida.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trecho<\/strong>: \u201cAssim, desde meu primeiro dia inserida na zona, observei que a pandemia aprofundava os embates entre garotas, e entre elas e os outros agentes que formavam as redes de relacionamento do local, o que forneceu pistas a respeito das din\u00e2micas de disputas e rela\u00e7\u00f5es de apoio entre as trabalhadoras. Os conflitos entre prostitutas, ali\u00e1s, me atingiram desde o primeiro dia, ao perceberem que o \u00fanico cliente que entrou no local direcionou olhares e inten\u00e7\u00f5es \u00e0 nossa dire\u00e7\u00e3o, minha e de Malu, as outras garotas se afastaram e n\u00e3o deixaram espa\u00e7os para conversas descontra\u00eddas. Fosse no trajeto de volta para casa, assim como nos dias seguintes de trabalho, sempre que um cliente inadvertidamente olhava em minha dire\u00e7\u00e3o, olhares desdenhosos e express\u00f5es faciais nada acolhedoras eram direcionadas a mim\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>4) <strong>T\u00edtulo<\/strong>: Prazeres venais, amores ef\u00eameros: as trocas sexuais da prostitui\u00e7\u00e3o feminina na cidade de S\u00e3o Paulo [<a href=\"https:\/\/teses.usp.br\/teses\/disponiveis\/8\/8134\/tde-09042026-190723\/en.html\">https:\/\/teses.usp.br\/teses\/disponiveis\/8\/8134\/tde-09042026-190723\/en.html<\/a>]\u00a0<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong>: Juno Ferreira\u00a0<\/p>\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Universidade de S\u00e3o Paulo (USP)\u00a0<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A tese, que em muitos momentos abusa das descri\u00e7\u00f5es detalhadas, se prop\u00f5e a explicar aquela que \u00e9 comumente tida como \u201ca profiss\u00e3o mais antiga do mundo\u201d. De forma mais clara, como as mulheres realizam a troca de sexo por dinheiro na maior cidade do Brasil. O trabalho, a prop\u00f3sito, foi custeado com uma bolsa do CNPq.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trecho<\/strong>: \u201cAs experi\u00eancias consideradas abjetas, impuras ou repulsivas esbarram em limites do mau sexo e carregam consigo estigma para quem as\u00a0pratica. Como discuti anteriormente, as fronteiras entre o prazer e repulsa se movem em limites que variam para cada profissional do sexo, mas que podem tangenciar pr\u00e1ticas como o cruzamento geracional, a invers\u00e3o de mulheres para performances de g\u00eanero masculinas e\/ou\u00a0penetrativas\u00a0e as pr\u00e1ticas sadomasoquistas relacionadas a dor. Outras propostas menos comuns tamb\u00e9m j\u00e1 foram mencionadas pelas garotas de programa com quem conversei (&#8230;), em rela\u00e7\u00f5es com animais e em encena\u00e7\u00f5es que remetem \u00e0 pedofilia. Vanessa menciona sobre um cliente imundo que carregava as roupas de sua sobrinha adolescente em seu carro e queria que ela as vestisse e o chamasse de \u2018tio\u2019 durante o programa\u201d.<\/p>\n<p>5) <strong>T\u00edtulo<\/strong>: O crime como composi\u00e7\u00e3o: as fac\u00e7\u00f5es do Rio Grande do Sul entre redes mercantis, pr\u00e1ticas de apoio e governan\u00e7a [<a href=\"https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/299032\">https:\/\/lume.ufrgs.br\/handle\/10183\/299032<\/a>]\u00a0<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong>:\u00a0Marcelli\u00a0Cipriani Rodrigues\u00a0<\/p>\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Universidade Federal do Rio Grande do Sul\u00a0<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: A tese explica que os grupos de criminosos no Rio Grande do Sul n\u00e3o s\u00e3o um bloco \u00fanico e fechado, mas funcionam como uma grande teia de pessoas e objetos conectados para levar produtos de um lugar para o outro. Esses grupos se mant\u00eam unidos porque os membros ajudam uns aos outros com favores e seguem regras pr\u00f3prias para organizar o seu trabalho e resolver problemas no dia a dia. Para isso, a autora acaba por transformar fatos em fic\u00e7\u00e3o, trocando nomes, datas e lugares. O resultado, em alguns pontos, soa como uma complac\u00eancia com os criminosos, tratados por vezes como v\u00edtimas do sistema.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trecho<\/strong>: \u201cAnt\u00f4nio esclareceu ao amigo que o neg\u00f3cio envolvia riscos. Todavia, tamb\u00e9m o tranquilizou. Ele n\u00e3o precisaria ter medo de perder a pr\u00f3pria vida, de ser capturado por balas perdidas em meio a confrontos armados ou de ficar \u00e0 merc\u00ea das arbitrariedades de chefes de fac\u00e7\u00f5es sanguin\u00e1rios e impiedosos: apenas transportaria mercadorias de um local a outro e, no decorrer de pontos de paragem, auxiliaria em seu carregamento e descarregamento. Apesar dos enormes pesares que apareciam de uma s\u00f3 vez em sua mente, aquela parecia se tratar, de fato, de uma sa\u00edda alternativa. O que mais lhe pesou na tomada de decis\u00e3o \u2013 afora a esperan\u00e7a de garantir um futuro melhor \u00e0 m\u00e3e e ao filho \u2013 foi que, tal qual ocorrera com Ant\u00f4nio, ele tamb\u00e9m j\u00e1 confiava no amigo. De outro lado, o cunhado de Ant\u00f4nio sempre havia sido simp\u00e1tico e generoso com ele. Assim como o pr\u00f3prio Danilo, ambos aparentavam ser trabalhadores comuns: homens que iam \u00e0 luta com a preocupa\u00e7\u00e3o de assegurar o sustento de suas vidas e fam\u00edlias. Em s\u00edntese, n\u00e3o eram bandidos.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>6) <strong>T\u00edtulo<\/strong>: \u201cMELHOR QUE FILME DE A\u00c7\u00c3O\u201d: Uma etnografia do canal de YouTube da Pol\u00edcia Militar de Santa Catarina [<a href=\"https:\/\/tede.ufsc.br\/teses\/PASO0618-D.pdf\">https:\/\/tede.ufsc.br\/teses\/PASO0618-D.pdf<\/a>]\u00a0<\/p>\n<p><strong>Autor<\/strong>:\u00a0Jo\u00a0Pedro Barros\u00a0Klinkerfus\u00a0<\/p>\n<p><strong>Institui\u00e7\u00e3o<\/strong>: Universidade Federal de Santa Catarina\u00a0<\/p>\n<p><strong>Resumo<\/strong>: O trabalho analisa a produ\u00e7\u00e3o na webs\u00e9rie Papa Mike SC (2019), filmada por policiais militares catarinenses com c\u00e2meras corporais. O sucesso da s\u00e9rie, acusa o autor, se d\u00e1 por uma s\u00e9rie de fatores incluindo a edi\u00e7\u00e3o, que cria um \u201csenso de perigo\u201d atinge \u201cas sensibilidades modernas que colocam a figura do bandido como inimigo p\u00fablico e tratam indiv\u00edduos, popula\u00e7\u00f5es e territ\u00f3rios como menos humanos\u201d.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Trecho<\/strong>: \u201cUm cidad\u00e3o que morre pode ser reconhecido como v\u00edtima a partir de sua proximidade moral e imag\u00e9tica com os polos do \u2018bandido\u2019 e do \u2018cidad\u00e3o de bem\u2019, enquanto os \u2018criminosos\u2019 e aqueles vistos como pr\u00f3ximos a eles tem suas mortes marcadas como merecidas e os policiais s\u00e3o caracterizados como \u2018her\u00f3is\u2019 quando morrem. Quando descrevemos o personagem do \u2018bandido\u2019, podemos acionar uma s\u00e9rie de categorias que s\u00e3o sin\u00f4nimos entre os comentadores, como suspeito, vagabundo, meliante e criminoso.\u201d\u00a0<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde 1999, a Associa\u00e7\u00e3o Nacional de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o e Pesquisa em Ci\u00eancias Sociais (Anpocs) promove um concurso que se apresenta de&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":587363,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[204],"tags":[],"class_list":["post-587361","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ultimas-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/587361","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=587361"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/587361\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/587363"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=587361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=587361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=587361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}