{"id":545661,"date":"2026-07-11T13:35:56","date_gmt":"2026-07-11T17:35:56","guid":{"rendered":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=545661"},"modified":"2026-07-11T13:35:56","modified_gmt":"2026-07-11T17:35:56","slug":"por-que-a-atemoia-esta-ganhando-tanto-espaco-no-mercado-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=545661","title":{"rendered":"Por que a atemoia est\u00e1 ganhando tanto espa\u00e7o no mercado brasileiro?"},"content":{"rendered":"<div class=\"postLayout-module-scss-module__08MJ-a__postContent\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.gazetadopovo.com.br\/2026\/07\/11143559\/WhatsApp-Image-2026-07-01-at-10.49.16-1-1.jpeg\" \/><span>A atemoia \u00e9 um h\u00edbrido, resultado do cruzamento entre a pinha e a cherimoia, fruta da mesma fam\u00edlia, de origem andina, adaptada a regi\u00f5es de altitude e clima mais ameno e pouco vista no mercado brasileiro. (Foto: Adobe Stock)<\/span>\n<div class=\"postBody-module-scss-module__8_WGKG__postBodyContainer\">\n<p>A atemoia consolidou-se como um item frequente nos hortifrutis brasileiros, impulsionada por polos produtivos no Sudeste que garantem oferta quase o ano todo. Unindo o doce da pinha \u00e0 resist\u00eancia da cherimoia, a fruta h\u00edbrida ganha for\u00e7a pelo sabor e maior durabilidade nas prateleiras.<\/p>\n<h2>O que exatamente \u00e9 a atemoia e como ela surgiu?<\/h2>\n<p>Ela \u00e9 um h\u00edbrido, ou seja, uma fruta criada a partir do cruzamento entre duas esp\u00e9cies: a pinha (tamb\u00e9m chamada de fruta-do-conde) e a cherimoia. O objetivo do cruzamento, feito inicialmente nos Estados Unidos em 1908, era unir a do\u00e7ura e produtividade da pinha com a resist\u00eancia ao frio e o sabor diferenciado da cherimoia, uma fruta t\u00edpica da regi\u00e3o dos Andes.<\/p>\n<h2>Qual \u00e9 a principal diferen\u00e7a entre a atemoia e a fruta-do-conde?<\/h2>\n<p>Visualmente, a atemoia tem a superf\u00edcie mais lisa e uniforme, enquanto a pinha possui gomos bem saltados que se abrem quando ela madura. No paladar, a atemoia \u00e9 mais firme, tem menos sementes e equilibra o a\u00e7\u00facar com uma leve acidez. Para o com\u00e9rcio, a grande vantagem \u00e9 que ela resiste melhor ao transporte e demora mais para estragar, reduzindo o desperd\u00edcio no mercado.<\/p>\n<h2>Onde a fruta \u00e9 produzida no Brasil?<\/h2>\n<p>A produ\u00e7\u00e3o brasileira est\u00e1 concentrada principalmente na regi\u00e3o Sudeste. O estado de S\u00e3o Paulo \u00e9 a maior refer\u00eancia t\u00e9cnica, com polos em cidades como Jarinu, Atibaia e Pilar do Sul. Minas Gerais tamb\u00e9m \u00e9 um produtor de peso, especialmente os munic\u00edpios de Turvol\u00e2ndia e Ja\u00edba. Essa diversidade de regi\u00f5es, com climas variados, permite que a fruta chegue ao consumidor durante quase todos os meses do ano.<\/p>\n<h2>A atemoia \u00e9 nutritiva ou exige algum cuidado no consumo?<\/h2>\n<p>Sim, ela \u00e9 rica em vitamina C, pot\u00e1ssio e fibras, sendo uma boa fonte de energia. No entanto, por ter um alto \u00edndice de carboidratos, quem precisa controlar a glicemia deve consumi-la com modera\u00e7\u00e3o para evitar picos de a\u00e7\u00facar no sangue. Um detalhe fundamental: as sementes nunca devem ser mastigadas ou ingeridas, pois possuem compostos que podem fazer mal \u00e0 sa\u00fade.<\/p>\n<h2>Como est\u00e1 o mercado de exporta\u00e7\u00e3o dessa fruta?<\/h2>\n<p>Embora o Brasil j\u00e1 tenha exportado cerca de 1.300 toneladas em 2025 para pa\u00edses como Canad\u00e1, Reino Unido e Estados Unidos, o volume enviado para fora ainda \u00e9 pequeno se comparado ao sucesso que a fruta faz no mercado interno. A prioridade atual dos produtores continua sendo o abastecimento das g\u00f4ndolas nacionais, onde a demanda e o consumo seguem em plena expans\u00e3o.<\/p>\n<p class=\"postParagraph-module-scss-module__Tp8H3W__postParagraph postParagraph-module-scss-module__Tp8H3W__postParagraphInnerHtml\"><i>Conte\u00fado produzido a partir de informa\u00e7\u00f5es apuradas pela equipe de rep\u00f3rteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informa\u00e7\u00e3o na \u00edntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.<\/i><\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<\/div>\n<p>Encontrou algo errado na mat\u00e9ria?<\/p>\n<p>Comunique erros<\/p>\n<p>Use este espa\u00e7o apenas para a comunica\u00e7\u00e3o de erros<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A atemoia \u00e9 um h\u00edbrido, resultado do cruzamento entre a pinha e a cherimoia, fruta da mesma fam\u00edlia, de origem&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":545464,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[189],"tags":[],"class_list":["post-545661","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/545661","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=545661"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/545661\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/545464"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=545661"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=545661"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=545661"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}