{"id":514382,"date":"2026-06-25T12:24:33","date_gmt":"2026-06-25T16:24:33","guid":{"rendered":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=514382"},"modified":"2026-06-25T12:24:33","modified_gmt":"2026-06-25T16:24:33","slug":"governo-federal-definiu-modelo-da-malha-sul-sem-ouvir-estados-e-setor-produtivo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=514382","title":{"rendered":"Governo federal definiu modelo da Malha Sul sem ouvir estados e setor produtivo"},"content":{"rendered":"<div class=\"postBody_post-body-container__1KhtH\">\n<p>O setor produtivo de Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul uniu-se aos governadores dos tr\u00eas estados e do Mato Grosso do Sul para <strong>contestar a divis\u00e3o da Malha Sul em tr\u00eas corredores log\u00edsticos<\/strong>, proposta pelo governo federal. Em of\u00edcio encaminhado ao Minist\u00e9rio dos Transportes, o bloco critica a condu\u00e7\u00e3o do processo sem participa\u00e7\u00e3o efetiva dos estados e aponta falta de di\u00e1logo na defini\u00e7\u00e3o do projeto. Juntos, os quatro estados representam 18,3% do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A oposi\u00e7\u00e3o formal ao modelo ocorreu no fim de maio. No of\u00edcio, os governadores que integram o Conselho de Desenvolvimento e Integra\u00e7\u00e3o Sul (Codesul) \u2014 Ratinho Junior (PR), Jorginho Mello (SC), Eduardo Leite (RS) e Eduardo Riedel (MS) \u2014 se posicionaram contra a &#8220;Carteira de Projetos 2026&#8221; e as diretrizes federais para as ferrovias.<\/p>\n<p>As principais for\u00e7as econ\u00f4micas regionais chancelam o documento. A lista inclui as Federa\u00e7\u00f5es das Ind\u00fastrias (Fiep, Fiesc, Fiergs e Fiems), da Agricultura (Faep, Faesc, Farsul e Famasul), das Associa\u00e7\u00f5es Empresariais (Faciap, Facisc, Federasul e Faems) e as Organiza\u00e7\u00f5es das Cooperativas (Ocepar, Ocesc, Ocergs e OCB\/MS).<\/p>\n<p>As lideran\u00e7as apontam para o <strong>isolamento t\u00e9cnico do governo federal no in\u00edcio dos estudos<\/strong>. &#8220;Os estados registram sua inconformidade com o tratamento conferido ao processo, uma vez que a condu\u00e7\u00e3o das defini\u00e7\u00f5es ocorreu sem a participa\u00e7\u00e3o efetiva dos entes federativos diretamente afetados, mantendo-os \u00e0 margem das decis\u00f5es estruturais&#8221;, afirma o texto enviado ao minist\u00e9rio.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o conjunta entre administra\u00e7\u00f5es p\u00fablicas e iniciativa privada recha\u00e7am o fatiamento e a reten\u00e7\u00e3o de dados por parte da empresa Infra S.A. &#8220;Soma-se a esse quadro a <strong>aus\u00eancia de compartilhamento com os estados dos estudos t\u00e9cnicos da Malha Sul<\/strong>, conduzidos pela Infra S.A., circunst\u00e2ncia que restringe o di\u00e1logo institucional e inviabiliza a an\u00e1lise t\u00e9cnica e a apresenta\u00e7\u00e3o de contribui\u00e7\u00f5es qualificadas pela referida comiss\u00e3o&#8221;, acrescenta o documento.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.gazetadopovo.com.br\/2026\/06\/22150933\/Jose-Fernando-Ogura.jpg.webp\" \/><i>H\u00e1 muito em jogo nesta articula\u00e7\u00e3o decisiva para a infraestrutura brasileira: a nova concess\u00e3o da Malha Sul organiza 4,2 mil km de trilhos em tr\u00eas corredores: Paran\u00e1-Santa Catarina, Rio Grande e Mercosul. (Foto: Jos\u00e9 Fernando Ogura\/Governo do Paran\u00e1)<\/i><\/p>\n<h2>Setor produtivo teme perda de competitividade com fatiamento<\/h2>\n<p>Coordenador do Grupo de Trabalho de Ferrovias do Codesul, Beto Martins defende uma solu\u00e7\u00e3o integrada para a Malha Sul. \u201cUma ferrovia fatiada n\u00e3o trar\u00e1 o resultado de que precisamos. Os quatro estados do Codesul s\u00e3o rigorosamente contra esse modelo&#8221;, enfatiza ele.<\/p>\n<p>Martins ressalta que, embora a Malha Sul n\u00e3o passe pelo Mato Grosso do Sul, o estado depende da efici\u00eancia dessa ferrovia para escoar sua produ\u00e7\u00e3o. &#8220;Pedimos que o governo federal nos ou\u00e7a\u201d, reivindica.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Uma ferrovia fatiada n\u00e3o trar\u00e1 o resultado que precisamos.<\/p>\n<p><cite>Beto Martins, coordenador do Grupo de Trabalho de Ferrovias do Codesul<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<p>No Rio Grande do Sul, a preocupa\u00e7\u00e3o se concentra na competitividade da produ\u00e7\u00e3o industrial. O presidente da Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), Cl\u00e1udio Bier, pontua que a log\u00edstica ferrovi\u00e1ria exerce papel decisivo para a economia ga\u00facha.<\/p>\n<p>\u201cSomos um estado distante dos grandes centros consumidores nacionais e com voca\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica para o com\u00e9rcio exterior. Para as 52 mil ind\u00fastrias ga\u00fachas, uma <strong>log\u00edstica \u00e1gil e com custos previs\u00edveis \u00e9 fator determinante para a sobreviv\u00eancia e o crescimento no mercado global<\/strong>\u201d, afirma.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h2>Projeto ferrovi\u00e1rio mant\u00e9m trens de carga em \u00e1reas urbanas <\/h2>\n<p>No Paran\u00e1, as cr\u00edticas recaem sobre o tra\u00e7ado previsto para a ferrovia. O projeto da Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), com vig\u00eancia at\u00e9 2057, descarta a constru\u00e7\u00e3o de contornos ferrovi\u00e1rios em \u00e1reas densamente povoadas e mant\u00e9m o transporte de cargas no centro de Curitiba e de munic\u00edpios vizinhos.<\/p>\n<p>\u201cO trem de carga corta a cidade ao meio, fecha passagens e atrasa a vida de quem trabalha, estuda e precisa se deslocar todos os dias. \u00c9 uma situa\u00e7\u00e3o que afeta a mobilidade, a seguran\u00e7a e a qualidade de vida dos curitibanos\u201d, afirma o prefeito Eduardo Pimentel (PSD).<\/p>\n<p>A Federa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias do Estado do Paran\u00e1 (Fiep) defende que o novo contrato estabele\u00e7a <strong>metas claras de desempenho<\/strong> e mecanismos que assegurem a transfer\u00eancia dos ganhos de efici\u00eancia para os usu\u00e1rios do sistema. A entidade tamb\u00e9m aponta para a necessidade de uma futura unifica\u00e7\u00e3o da opera\u00e7\u00e3o da <a href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/tudo-sobre\/nova-ferroeste\/\">Ferroeste<\/a> com a nova concess\u00e3o da malha Paran\u00e1-Santa Catarina.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.gazetadopovo.com.br\/2026\/06\/22151224\/malha-sul.jpg.webp\" \/><i>MPF questiona divis\u00e3o da Malha Sul e cobra preserva\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria. (Foto: Albari Rosa\/Governo do Paran\u00e1)<\/i><\/p>\n<h2>Estados do Sul lan\u00e7am estudo para modelo ferrovi\u00e1rio integrado <\/h2>\n<p>O Codesul, em conjunto com o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), publicou edital para contratar uma consultoria especializada que vai elaborar o estudo de viabilidade t\u00e9cnica, econ\u00f4mica e operacional de uma ferrovia integrada na regi\u00e3o Sul do pa\u00eds.<\/p>\n<p>A iniciativa busca embasar tecnicamente a posi\u00e7\u00e3o dos estados na discuss\u00e3o sobre o novo modelo de concess\u00e3o da Malha Sul. Segundo o coordenador do GT de ferrovias, o objetivo \u00e9 qualificar a discuss\u00e3o com base t\u00e9cnica. \u201cPrecisamos de subs\u00eddios para sustentar a posi\u00e7\u00e3o dos estados que s\u00e3o contr\u00e1rios ao fatiamento da malha\u201d, afirma Martins.<\/p>\n<p>A consultoria ser\u00e1 escolhida por crit\u00e9rio t\u00e9cnico e de pre\u00e7o, com <strong>abertura das propostas prevista para 17 de agosto<\/strong>. O estudo dever\u00e1 analisar o relat\u00f3rio da Infra S.A. e apresentar alternativas para uma rede ferrovi\u00e1ria integrada, com foco em efici\u00eancia log\u00edstica, competitividade regional e fortalecimento da infraestrutura dos quatro estados.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<h3>Situa\u00e7\u00e3o das ferrovias da Malha Sul, de acordo com o Codesul<\/h3>\n<p><strong>Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Trechos originais: 2.287,5 km<\/li>\n<li>Trechos abandonados: 1.093 km<\/li>\n<li>Trechos em opera\u00e7\u00e3o: 1.194,5 km<\/li>\n<li>Porcentagem em opera\u00e7\u00e3o: 52,2%<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Santa Catarina<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Trechos originais: 1.373 km<\/li>\n<li>Trechos abandonados: 1.000 km<\/li>\n<li>Trechos em opera\u00e7\u00e3o: 373 km<\/li>\n<li>Porcentagem em opera\u00e7\u00e3o: 27,1%<\/li>\n<\/ul>\n<p><strong>Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<ul>\n<li>Trechos originais: 3.823 km<\/li>\n<li>Trechos abandonados: 2.902 km<\/li>\n<li>Trechos em opera\u00e7\u00e3o: 921 km<\/li>\n<li>Porcentagem em opera\u00e7\u00e3o: 24,1%<\/li>\n<\/ul>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.gazetadopovo.com.br\/2026\/06\/22151410\/Malha-Sul-2.jpg.webp\" \/><i>Concess\u00e3o de 30 anos destina R$ 53 bilh\u00f5es para opera\u00e7\u00e3o e moderniza\u00e7\u00e3o da malha. (Foto: Albari Rosa\/Governo do Paran\u00e1)<\/i><\/p>\n<h2>MPF questiona divis\u00e3o e cobra preserva\u00e7\u00e3o da integra\u00e7\u00e3o ferrovi\u00e1ria<\/h2>\n<p>Apesar do volume de recursos previsto e da estrutura financeira apresentada pela Uni\u00e3o, o modelo continua alvo de questionamentos jur\u00eddicos e institucionais. O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal (MPF) tamb\u00e9m enviou of\u00edcio ao Minist\u00e9rio dos Transportes com questionamentos sobre o formato do novo contrato da Malha Sul, a menos de um ano do t\u00e9rmino do v\u00ednculo com a Rumo Log\u00edstica.<\/p>\n<blockquote>\n<p>Licitar a Malha Sul de forma desintegrada \u00e9 dar prioridade a solu\u00e7\u00f5es regionais de curto prazo, comprometendo a capacidade da maior ferrovia do pa\u00eds.<\/p>\n<p><cite>Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<p>O MPF adverte que a fragmenta\u00e7\u00e3o da malha amea\u00e7a a integra\u00e7\u00e3o do sistema, compromete a interoperabilidade entre as operadoras e rompe a l\u00f3gica do transporte ferrovi\u00e1rio na regi\u00e3o Sul.<\/p>\n<p>\u201cA integralidade da malha \u00e9 requisito t\u00e9cnico e econ\u00f4mico que necessariamente precisa ser observado, pois licitar a Malha Sul de forma desintegrada \u00e9 dar prioridade a solu\u00e7\u00f5es regionais de curto prazo, comprometendo a capacidade da maior ferrovia do pa\u00eds\u201d, aponta o MPF.<\/p>\n<h2>ANTT faz consulta p\u00fablica e audi\u00eancias sobre a Malha Sul<\/h2>\n<p>Enquanto estados e entidades empresariais apresentam cr\u00edticas e sugest\u00f5es ao modelo, a ANTT mant\u00e9m em andamento o processo de consulta p\u00fablica para definir os par\u00e2metros da nova concess\u00e3o. A discuss\u00e3o ocorre em meio ao atraso do cronograma da concess\u00e3o, que j\u00e1 desloca o leil\u00e3o da ferrovia para 2027.<\/p>\n<p>De acordo com a ANTT, a consulta p\u00fablica foi aberta em 15 de junho e a sociedade tem <strong>at\u00e9 10 de agosto de 2026 para enviar sugest\u00f5es<\/strong> sobre os estudos de viabilidade t\u00e9cnica, econ\u00f4mica e socioambiental por meio do portal da ag\u00eancia.<\/p>\n<p>\u201cA infraestrutura precisa funcionar na pr\u00e1tica e gerar resultado percebido pelo usu\u00e1rio. A audi\u00eancia p\u00fablica \u00e9 o momento em que a sociedade contribui para que esse projeto chegue ao leil\u00e3o com o melhor desenho poss\u00edvel\u201d, diz o diretor-geral da ANTT, Guilherme Theo Sampaio. O cronograma da ag\u00eancia estabelece quatro audi\u00eancias presenciais para debater o tema:<\/p>\n<ul>\n<li>Bras\u00edlia (DF), em modelo h\u00edbrido, no dia 16 de julho;<\/li>\n<li>Curitiba (PR), em 27 de julho;<\/li>\n<li>Porto Alegre (RS), em 29 de julho;<\/li>\n<li>Florian\u00f3polis (SC), em 31 de julho.<\/li>\n<\/ul>\n<p><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/media.gazetadopovo.com.br\/2026\/06\/22151643\/Malha-Sul-SC.jpg.webp\" \/><i>Plano da Uni\u00e3o reorganiza 4,2 mil quil\u00f4metros de trilhos em tr\u00eas corredores integrados. (Foto: Gustavo Rotta\/Porto S\u00e3o Francisco do Sul)<\/i><\/p>\n<h2>Malha Sul prev\u00ea R$ 14,4 bilh\u00f5es em investimentos<\/h2>\n<p>O plano da Uni\u00e3o distribui os 4,2 mil quil\u00f4metros de trilhos da Malha Sul \u2014 hoje sob concess\u00e3o da Rumo, com contrato vigente at\u00e9 o in\u00edcio de 2027 \u2014 em tr\u00eas eixos, em certame \u00fanico:<\/p>\n<ul>\n<li><span><strong>Corredor Paran\u00e1-Santa Catarina (1.502,26 km):<\/strong> concentra 78% da carga total da ferrovia e escoa gr\u00e3os, celulose, a\u00e7\u00facar e fertilizantes at\u00e9 os portos de Paranagu\u00e1 (PR) e S\u00e3o Francisco do Sul (SC).<\/span><\/li>\n<li><span><strong>Corredor Rio Grande (880,3 km):<\/strong> conecta Cruz Alta (RS) a Cacequi (RS), possui ramal at\u00e9 Santiago (RS) e direciona 75% da sua carga ao Porto de Rio Grande (RS). O trecho movimenta 16,6% do volume total da malha, com capacidade anual de 5,7 milh\u00f5es de toneladas.<\/span><\/li>\n<li><span><strong>Corredor Mercosul (1.865,78 km):<\/strong> linha interestadual que une Iper\u00f3 (SP) a Ponta Grossa (PR), reinicia em Mafra (SC) e corta o territ\u00f3rio ga\u00facho por Passo Fundo, Porto Alegre, Santa Maria e Cacequi at\u00e9 atingir Uruguaiana, na divisa com a Argentina.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<p>A estrutura\u00e7\u00e3o financeira estipula R$ 14,4 bilh\u00f5es em investimentos privados (<em>Capex<\/em>) e R$ 38,6 bilh\u00f5es em custos operacionais (<em>Opex<\/em>) ao longo de 30 anos. Desse total, R$ 3 bilh\u00f5es ser\u00e3o destinados \u00e0 recupera\u00e7\u00e3o dos trilhos danificados pelos <a href=\"https:\/\/www.gazetadopovo.com.br\/brasil\/evento-climatico-coloca-rio-grande-do-sul-na-lista-das-maiores-tragedias-do-pais\/\">eventos clim\u00e1ticos no Rio Grande do Sul<\/a>.<\/p>\n<p>O modelo tamb\u00e9m prev\u00ea <strong>investimentos cruzados<\/strong>. O Corredor Paran\u00e1-Santa Catarina dever\u00e1 destinar R$ 1,47 bilh\u00e3o ao Corredor Rio Grande e R$ 3,46 bilh\u00f5es ao Corredor Mercosul.<\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O setor produtivo de Paran\u00e1, Santa Catarina e Rio Grande do Sul uniu-se aos governadores dos tr\u00eas estados e do&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":514076,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[189],"tags":[],"class_list":["post-514382","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/514382","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=514382"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/514382\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/514076"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=514382"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=514382"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/villanews.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=514382"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}