{"id":315395,"date":"2026-02-27T11:00:09","date_gmt":"2026-02-27T15:00:09","guid":{"rendered":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=315395"},"modified":"2026-02-27T11:00:09","modified_gmt":"2026-02-27T15:00:09","slug":"predios-historicos-revelam-a-evolucao-da-capital-do-parana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/villanews.com.br\/?p=315395","title":{"rendered":"Pr\u00e9dios hist\u00f3ricos revelam a evolu\u00e7\u00e3o da capital do Paran\u00e1"},"content":{"rendered":"<div class=\"postBody_post-body-container__1KhtH\">\n<p>As fachadas de edif\u00edcios ic\u00f4nicos no centro de Curitiba funcionam como um museu a c\u00e9u aberto. Especialistas mostram que constru\u00e7\u00f5es das d\u00e9cadas de 1920 a 1970 contam a hist\u00f3ria da moderniza\u00e7\u00e3o paranaense, unindo estilos como art d\u00e9co e brutalismo em poucos quil\u00f4metros de dist\u00e2ncia.<\/p>\n<h2>Qual \u00e9 a import\u00e2ncia da d\u00e9cada de 1940 para a paisagem urbana de Curitiba?<\/h2>\n<p>Esse per\u00edodo marcou o in\u00edcio da verticaliza\u00e7\u00e3o da capital. Foi quando a cidade come\u00e7ou a se modernizar e a substituir casas por pr\u00e9dios altos, incorporando influ\u00eancias europeias e correntes arquitet\u00f4nicas internacionais. As constru\u00e7\u00f5es dessa \u00e9poca mostram o desejo da sociedade de se alinhar aos grandes centros globais, criando uma identidade mais cosmopolita e moderna.<\/p>\n<h2>O que s\u00e3o os estilos art d\u00e9co e modernista citados nas constru\u00e7\u00f5es?<\/h2>\n<p>O art d\u00e9co, popular nos anos 20 e 30, \u00e9 conhecido pelo luxo e pelo uso de linhas geom\u00e9tricas e organizadas. J\u00e1 o modernismo busca uma arquitetura mais &#8216;limpa&#8217;, sem muitos enfeites ou adere\u00e7os, focando na fun\u00e7\u00e3o do pr\u00e9dio. Em Curitiba, edif\u00edcios como o Brasilino Moura e o Santa Rosa s\u00e3o marcos de transi\u00e7\u00e3o entre esses estilos, simbolizando uma est\u00e9tica mais funcional e despojada.<\/p>\n<h2>Por que o Edif\u00edcio Brasilino Moura \u00e9 apelidado de &#8216;balan\u00e7a, mas n\u00e3o cai&#8217;?<\/h2>\n<p>Inaugurado em 1944, o pr\u00e9dio ganhou esse apelido curioso por causa da solu\u00e7\u00e3o arquitet\u00f4nica adotada em sua fachada: a inclina\u00e7\u00e3o das janelas. Localizado em uma esquina estrat\u00e9gica, ele foi um dos primeiros a usar vitrais e esquadrias de ferro, s\u00edmbolos de inova\u00e7\u00e3o na \u00e9poca. At\u00e9 hoje, o edif\u00edcio \u00e9 uma refer\u00eancia visual para quem circula pelo centro antigo da capital.<\/p>\n<h2>Como funciona o famoso &#8216;term\u00f4metro&#8217; de janelas do Edif\u00edcio Santa Rosa?<\/h2>\n<p>O pr\u00e9dio possui um conjunto de janelas cil\u00edndricas tubulares de vidro que lembram um term\u00f4metro de merc\u00fario. O apelido carinhoso vem da impress\u00e3o visual de que a temperatura sobe ou desce conforme as luzes dos oito andares s\u00e3o acesas ou apagadas. Al\u00e9m da est\u00e9tica, o Santa Rosa inovou na d\u00e9cada de 40 por oferecer luxos como \u00e1gua aquecida, elevador e espa\u00e7o para telefone.<\/p>\n<h2>Quais outros \u00edcones completam esse di\u00e1logo arquitet\u00f4nico no centro?<\/h2>\n<p>A riqueza de Curitiba est\u00e1 na conviv\u00eancia de diferentes \u00e9pocas. Em um pequeno raio, temos as torres neog\u00f3ticas da Catedral (1893), o estilo art d\u00e9co do Pal\u00e1cio Avenida (1929) e o brutalismo do Teatro Gua\u00edra (anos 70). O estilo brutalista, no caso, \u00e9 aquele que deixa os materiais aparentes, como o concreto, valorizando as formas brutas da constru\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><i>Conte\u00fado produzido a partir de informa\u00e7\u00f5es apuradas pela equipe de rep\u00f3rteres da Gazeta do Povo. Para acessar a informa\u00e7\u00e3o na \u00edntegra e se aprofundar sobre o tema leia a reportagem abaixo.<\/i><\/p>\n<p>VEJA TAMB\u00c9M:<\/p>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>As fachadas de edif\u00edcios ic\u00f4nicos no centro de Curitiba funcionam como um museu a c\u00e9u aberto. 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